sexta-feira, 11 de março de 2011

segunda-feira, 7 de março de 2011

Dor da Separação

Perda (Separação e Divórcio)
Divorcio é uma perda significativa, mesmo para a parte que teve a iniciativa, que exige uma dose extra de capacidade de adaptação à novas situações.
É uma experiência altamente estressante que podendo surgir como resposta a este estresse sintomas como depressão, ansiedade, pânico, hostilidade, raiva, abuso de álcool ou drogas, etc.
A perda é uma experiência humana universal, mas algumas pessoas estão mal preparadas para a perda do amor.
As pessoas se apegam fortemente umas pelas outras, e independente de haver paixão quando se mantém alguém por algum período em sua vida, esta pessoa a percebe como fazendo parte de sua identidade, mesmo que seja um relacionamento destrutivo.
O grau de dificuldade aumenta quando há filhos, pois será impossível romper definitivamente o relacionamento, sempre haverá questões a serem discutidas.
Além disso, cais gays e lésbicas enfrentam dificuldades adicionais com alto potencial de crise.
Grandes perdas humanas
Tem dois grandes grupos de questões que levam uma pessoa ao sofrimento emocional, um é o medo, o outro grande grupo é o das perdas.
Perder tira as pessoas da linha de equilíbrio, perder leva ao sofrimento emocional. Perder dinheiro, perder bens materiais mas principalmente perder pessoas.
Quando falamos em perder pessoas estamos falando de todo tipo de perda, da pessoa que você perdeu por morte ou por mudança, a convivência vai morrendo.
Toda perda provoca forte sofrimento, mesmo quando se refere às perdas materiais, muitas vezes essas perdas representam a vida da pessoa. Por exemplo, a pessoa que perdeu sua casa ou nessas chuvas, é a perda da referência de cada um, nossa casa é nossa referencia, nosso porto seguro, nosso lugar de acolhimento “cheguei em casa, cheguei no meu lar, no lugar onde me sinto bem”.
As perdas nem sempre acontecem por forças externas, muitas perdes acontecem por sua opção mesmo. Por exemplo, quando você perde alguém porque precisou sair do relacionamento, dificilmente um relacionamento acaba com total certeza das partes de que é isso mesmo que deve acontecer, todos os relacionamentos acabam porque uma parte deste relacionamento estava doentia, prejudicial, mas claro que sempre existe uma parte que era gostosa de estar com a pessoa, mas quando esta parte fica pequenininha demais o sensato é sair deste relacionamento, mas a cabeça das pessoa fica sempre apegada aquele pedacinho do relacionamento que era bom, era o chocolatinho que uma vez ele te trouxe e você achou isso tão doce, foi aquele gesto de pegar um copo d’água no momento que você precisava tanto, mas isso fica muito pequeno quando você é traído por exemplo, ou é maltratada nas outras 23 horas do dia, aí chega a hora de se despedir dessa pessoa. É sempre uma perda a dor da separação.
Tipos de perdas
Existem muitos tipos de perdas. Nós nos perdemos continuamente em nossa própria vida, perdemos a infância, quem é que não tem saudades da infância, precisamos deixá-la pra trás pra entrar no ensaio da vida adulta que é a adolescência. A perda de um estilo de vida com a aposentadoria. Já surgiu uma nova problemática que é a síndrome da esposa do marido aposentado. Esta nova fase é difícil, a esposa perde seu castelo porque esse terreno que era todo dela, sua casa, agora tem que compartilhar com o marido que também dono desta casa mas que, agora aposentado, fica pelos cantos fazendo coisinhas, sujando as coisas, tentando arrumar a porta e descobre que não sabe arrumar a porta. Para ele essa é sua nova diversão, e para ela seu novo inferno.
Perder sempre é difícil, mesmo perder coisas ruins. Deixar pra trás um marido que só trazia transtorno nem sempre é aquela felicidade toda pois, é a perda de uma rotina conhecida.
Há muitos a nos eu realizei um sonho, me mudei da frente de uma metalúrgica numa época que não existia muita lei do silencio, e a tal da metalúrgica batia ferro a noite toda. Mas o dia q eu saí de lá senti falta: “Nossa... que silencio, cadê o barulho de ferro sendo martelado?”
Qual a pior perda?
De todas as perdas a morte é a pior delas pois é uma perda sem qualquer possibilidade de retorno, mesmo que algumas religiões coloque como certo que você vai reencontrar esta pessoa em outro nível, no nível terreno não será mais possível,
Por isso é importante trabalhar a aceitação com esta pessoa que perdeu alguém querido, mesmo porque muitas culturas consideram que o carinho que cada um tem pela pessoa que faleceu é diretamente proporcional ao tanto que esta pessoa está sofrendo com a morte dela.
Não, não é verdade! Aceitar que chegou o momento daquela pessoa não significa que você não gosta, não considera, não ama esta pessoa. Significa principalmente que você respeita o momento desta pessoa, mesmo porque partir não depende dela.
O interessante é que normalmente as pessoas têm mais medo da morte de uma pessoa querida, amada do que da própria morte, com exceção dos fóbicos que temem intensamente e doloridamente o medo da própria morte, em geral o medo é da morte do outro. Por quê? Porque este é o momento onde a pessoa percebe a sua própria incompetência. Sim, somos incompetentes no que se refere a impedir a morte do outro, não temos este poder, mas gostaríamos de ter. E aí entra de novo a importância da aceitação. Aceitar o nosso próprio limite. Ele sempre aparece e é jogado na nossa cara. A morte, as perdas são os momentos mais fortes pra nos mostrar isso.
Resiliência x Perdas
Resiliência é um termo da engenharia e significa a capacidade de uma ponte suportar as chuvas, o sol, o vento, sem cair nem rachar. Esse termo se encaixou muito bem no comportamento, pessoas com capacidade de lidar bem com as intempéries da vida, com as perdas são as pessoas resilientes.
Resiliência pode ser desenvolvida tanto no dia a dia, na vida, mas quando a pessoa percebe que sozinha não está dando conta, existe o psicólogo pra isso. Existe a terapia pra te dar apoio, para te ensinar a ser forte e não quebrar quando coisas fortes acontecem na sua vida.
Fases da perda
Muito se fala das fases da perda, entorpecimento da hora do choque, é aquele momento onde as pessoas dizem “não caiu a ficha ainda”. Depois vem o protesto, onde a pessoa fica com raiva, ela tenta recuperar a pessoa perdida, A terceira é o desespero, quando a pessoa reconhece finalmente a perda, reconhece a impossibilidade de volta, aquela pessoa que morreu não volta mais, e isso é desesperador.
E por fim a última, a recuperação, a tristeza dá lugar pra sentimentos mais positivos, ela vê o que pode fazer para viver bem esta vida nova que ela terá, que coisa pode fazer por si mesma, talvez aprender alguma coisa com a pessoa que morreu, talvez cuidar melhor da saúde, não entrar em situações arriscadas, e com isso ela aceita.
O que é aceitação
Eu gosto muito de frisar o que é aceitação. As pessoas confundem aceitação com conformação. Não aceitar não é se conformar, não é passar a gostar do que aconteceu, não é concordar com o que aconteceu.
Aceitar é combinar com você mesmo que você não vai mais entrar nessa briga interna a respeito do acontecido e vai tocar a bola pra frente. Por exemplo, perdeu o namorado, levou um fora, doeu muito, mas percebemos que a pessoa aceitou esse fora na hora que ela deixa esse ex prá trás e vai tocar sua vida, vai trabalhar com gosto pelo trabalho porque namorado não tem nada a ver com seu trabalho, trabalho é outra parcela da sua vida que não merece ser contaminado pela dor da perda do namorado. E quando você aceita esta perda você não passou a gostar do que aconteceu, é como que se você tivesse combinado com você mesmo que você não vai mais entrar nessa de deixar sua vida cair toda num buraco porque o namorado te deu um fora, você vai combinar com você mesmo que sua vida é mais do que uma pessoa nela, sua vida tem lugar pra muitas pessoas, e nem falo de muitos namorados não, também, mas falo de pessoas de todos os setores da sua vida.
Dor física da perda
As pessoas que não trabalham as perdas sofrem tanto emocionalmente como fisicamente. O corpo fica doente. Além das depressões, da falta de animo, tem as somatizações, é a dor de cabeça que você não sabe de onde vem, a dor no corpo, aquele resfriado que não cura nunca.
E claro que quanto maior a tendência da pessoa a ter depressão, vai sofrer mais com uma perda. E como eu disse qualquer perda, perda de uma pessoa querida, do emprego, do amigo que se mudou de cidade, do anel que caiu na rua! Psicologicamente não existe perda maior ou menos, a dor é individual, e não devemos desmerecer a dor de qualquer pessoa, porque pra muitos perder uma coisa que pra maioria não causaria dor nenhuma, pra esses a coisa é muito forte.
Porque, toda perda é como se fosse um roubo, a pessoa se sente roubada, tiraram algo dela e ela esta vulnerável, impotente.
Com a perda as pessoas sentem raiva, medo, culpa, todo tipo de sofrimento.
As pessoa podem ficar horas ruminando “E se eu não tivesse ido lá naquela hora... e se eu não tivesse dito tal coisa... ou e eu tivesse dito alguma coisa ”.
Toda perda pode acabar funcionando a nosso favor
Como? Se você trabalhar bem, de forma saudável as suas perdas, você sai mais forte e mais resistente a novos problemas na sua vida, mais forte pra qualquer tipo de problema.
Você pode descobrir em você uma força que jamais descobriria se não tivesse passado pela perda. Você pode sair mais rico tanto emocional como espiritualmente falando.

Dicas pra você superar a dor da perda:


1-Fale sobre sua perda e sua dor
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto.
2-Enfrente o sentimento de culpa
Quando se perde alguém é difícil sentir que se fez o bastante..
3-Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta é importante percebê-los e expressa-los. Não ajuda negá-los ou envergonhar-se deles, são normais.
4-Idealização
Há uma fase em que se vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5-Não se isole
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia
6-Mudança de valores
Diante da morte , deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis
7-“Nunca mais serei o mesmo”,
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz.
8-Evite decisões importantes ou grandes mudanças
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída.
9-Reserve períodos e local para lembranças
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados.
10-Prevendo dias e datas difíceis
datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole.
12-Culpa por sentir-se bem
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz.
13-Reajuste-se à vida e ao trabalho
as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação.
14-Liberte-se de expectativas irreais
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica..
15-Integrando a perda
deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento (“Por que isso aconteceu comigo”?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro:- “Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?”
16-Pesar excessivamente longo
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido.
17-Procure ajuda profissional, se necessário.
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.

sexta-feira, 4 de março de 2011

RAMATÍS





[uma só energia]


SWAMI SRI RAMATIS

Sociedade Espírita Ramatis
Rua José Higino, nº 176 - Tijuca
Rio de Janeiro / RJ - Brasil
Tels.: (021) 2572-7926 / 2572-1302
ramatis@ramatis.com.br


Na Indochina do século X, o amor por um tapeceiro hindu, arrebata o coração de uma vestal chinesa, que foge do templo para desposa-lo. Do entrelaçamento dessas duas almas apaixonadas nasce uma criança. Um menino, cabelos negros como ébano, pele na cor do cobre claro, olhos aveludados no tom do castanho escuro, iluminados de ternura.
O espírito que ali reencarnava, trazia gravada na memória espiritual a missão de estimular as almas desejosas de conhecer a verdade. Aquela criança cresce demonstrando inteligência fulgurante, fruto de experiências adquiridas em encarnações anteriores.
Foi instrutor em um dos muitos santuários iniciáticos na Índia. Era muito inteligente e desencarnou bastante moço. Já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu "Ramaiana", (neste poema há um casal, Rama e Sita, que é símbolo iniciático de princípios masculino e feminino; unindo-se Rama e atis, Sita ao inverso, resulta Ramaatis, como realmente se pronuncia em Indochinês) Um épico que conte todas as informações dos Vedas que juntamente com os Upanishades, foram as primeiras vozes da filosofia e da religião do mundo terrestre, informa Ramatis que após certa disciplina iniciática a que se submetera na china, fundou um pequeno templo iniciático nas terras sagradas da Índia onde os antigos Mahatmas criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que ainda hoje, nenhum estrangeiro visita aquelas terras sem de lá trazer as mais profundas impressões à cerca de sua atmosfera psíquica.
Foi adepto da tradição de Rama, naquela época, cultuando os ensinamentos do "Reino de Osiris", o Senhor da Luz, na inteligência das coisas divinas. Mais tarde, no Espaço, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais cuja insígnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denominação de "Templários das cadeias do amor". Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas colônias invisíveis do além, junto a região do Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados à psicologia Oriental.
Os que lêem as mensagens de Ramatis e estão familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabe o que representa o nome "RAMA-TIS", ou "SWAMI SRI RAMA-TYS", como era conhecido nos santuários da época. É quase uma "chave", uma designação de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas expressões que transcendem as próprias formas objetivas. Rama o nome que se dá a própria divindade, o Criador cuja força criadora emana ; é um Mantram: os princípios masculino e feminino contidos em todas as coisas e seres. Ao pronunciarmos seu nome Ramaatis como realmente se pronuncia, saudamos o Deus que se encontra no interior de cada ser.
O templo por ele fundado foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos. Cada pedra de alvenaria recebeu o toque magnético pessoal dos futuros iniciados. Nesse templo ele procurou aplicar a seus discípulos os conhecimentos adquiridos em inúmeras vidas anteriores.
Na Atlântida foi contemporâneo do espírito que mais tarde seria conhecido como Alan Kardec e, na época, era profundamente dedicado à matemática e às chamadas ciências positivas. Posteriormente, em sua passagem pelo Egito, no templo do faraó Mernefta, filho de Ramsés, teve novo encontro com Kardec, que era, então, o sacerdote Amenófis.
No período em que se encontrava em ebulição os princípios e teses esposados por Sócrates, Platão, Diógenes e mais tarde cultuados por Antístenes, viveu este espírito na Grécia na figura de conhecido mentor helênico, pregando entre discípulos ligados por grande afinidade espiritual a imortalidade da alma, cuja purificação ocorreria através de sucessivas reencarnações. Seus ensinamentos buscavam acentuar a consciência do dever, a auto reflexão, e mostravam tendências nítidas de espiritualizar a vida. Nesse convite a espiritualização incluía-se no cultivo da música, da matemática e astronomia.
Cuidadosamente observando o deslocamento dos astros conclui que uma Ordem Superior domina o Universo. Muitas foram suas encarnações, ele próprio afirma ser um número sideral. O templo que Ramatis fundou, foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Alguns deles estão atualmente reencarnados em nosso mundo, e já reconheceram o antigo mestre através desse toque misterioso, que não pode ser explicado na linguagem humana.
Embora tendo desencarnado ainda moço, Ramatis aliciou 72 discípulos que, no entanto, após o desaparecimento do mestre, não puderam manter-se a altura do padrão iniciático original.
Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, Índia, Grécia, China e até mesmo da Arábia. Apenas 17 conseguiram envergar a simbólica "Túnica Azul" e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático.
Em meados da década de 50, à exceção de 26 adeptos que estavam no Espaço (desencarnados) cooperando nos trabalhos da "Fraternidade da Cruz e do Triângulo", o restante havia se disseminado pelo nosso orbe, em várias latitudes geográficas. Destes, 18 reencarnaram no Brasil, 6 nas três Américas (do Sul, Central e do Norte), e os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia.
Em virtude de estar a Europa atingindo o final de sua missão civilizadora, alguns dos discípulos lá reencarnados emigrarão para o Brasil, em cujo território - afirma Ramatis - se encarnarão os predecessores da generosa humanidade do terceiro milênio.
A Fraternidade da Cruz e do Triângulo, foi resultado da fusão no século passado, na região do Oriente, de duas importantes "Fraternidades" que operavam do Espaço em favor dos habitantes da Terra. Trata-se da "Fraternidade da Cruz", com ação no Ocidente, divulgando os ensinamentos de Jesus, e da "Fraternidade do Triângulo", ligada à tradição iniciática e espiritual do Oriente. Após a fusão destas duas Fraternidades Brancas, consolidaram-se melhor as características psicológicas e objetivo dos seus trabalhadores espirituais, alterando-se a denominação para "Fraternidade da Cruz e do Triângulo" da qual Ramatis é um dos fundadores.
Supervisiona diversas tarefas ligadas aos seus discípulos na Metrópole Astral do Grande Coração. Segundo informações de seus psicógrafos, atualmente participa de um colegiado no Astral de Marte. Seus membros, no Espaço, usam vestes brancas, com cintos e emblemas de cor azul claro esverdeada. Sobre o peito trazem delicada corrente como que confeccionada em fina ourivesaria, na qual se ostenta um triângulo de suave lilás luminoso, emoldurando uma cruz lirial. É o símbolo que exalta, na figura da cruz alabastrina, a obra sacrificial de Jesus e, na efígie do triângulo, a mística oriental.
Asseguram-nos alguns mentores que todos os discípulos dessa Fraternidade que se encontram reencarnados na Terra são profundamente devotados às duas correntes espiritualistas: a oriental e a ocidental. Cultuam tanto os ensinamentos de Jesus, que foi o elo definitivo entre todos os instrutores terráqueos, tanto quanto os labores de Antúlio, de Hermés, de Buda, assim como os esforços de Confúcio e de Lao-Tseu. É esse um dos motivos pelos quais a maioria dos simpatizantes de Ramatis, na Terra, embora profundamente devotados à filosofia cristã, afeiçoam-se, também, com profundo respeito, à corrente espiritualista do Oriente.
Soubemos que da fusão das duas "Fraternidades" realizada no espaço, surgiram extraordinários benefícios para a Terra. Alguns mentores espirituais passaram, então, a atuar no Ocidente, incumbindo-se mesmo da orientação de certos trabalhos espíritas, no campo mediúnico, enquanto que outros instrutores ocidentais passaram a atuar na Índia, no Egito, na China e em vários agrupamentos que até agora eram exclusivamente supervisionados pela antiga Fraternidade do Triângulo.
Os Espíritos orientais ajudam-nos em nossos trabalhos, ao mesmo tempo em que os da nossa região interpenetram os agrupamentos doutrinários do Oriente, do que resulta ampliar-se o sentimento de fraternidade entre Oriente e Ocidente, bem como aumentar-se a oportunidade de reencarnações entre espíritos amigos.
Assim processa-se um salutar intercâmbio de idéias e perfeita identificação de sentimentos no mesmo labor espiritual, embora se diferenciem os conteúdos psicológicos de cada hemisfério. Os orientais são lunares, meditativos, passivos e desinteressados geralmente da fenomenologia exterior; os ocidentais são dinâmicos, solarianos, objetivos e estudiosos dos aspectos transitórios da forma e do mundo dos Espíritos.
Os antigos fraternistas do "Triângulo" são exímios operadores com as "correntes terapêuticas azuis", que podem ser aplicadas como energia balsamizante aos sofrimentos psíquicos, cruciais, das vítimas de longas obsessões. As emanações do azul claro, com nuanças para o esmeralda, além do efeito balsamizante, dissociam certos estigmas "pré-reencarnatórios" e que se reproduzem periodicamente nos veículos etéricos. Ao mesmo tempo, os fraternistas da "Cruz", conforme nos informa Ramatis, preferem operar com as correntes alaranjadas, vivas e claras, por vezes mescladas do carmim puro, visto que as consideram mais positivas na ação de aliviar o sofrimento psíquico.
É de notar, entretanto, que, enquanto os técnicos ocidentais procuram eliminar de vez a dor, os terapeutas orientais, mais afeitos à crença no fatalismo cármico, da psicologia asiática, preferem exercer sobre os enfermos uma ação balsamizante, aproveitando o sofrimento para a mais breve "queima" do carma.
Eles sabem que a eliminação rápida da dor pode extinguir os efeitos, mas as causas continuam gerando novos padecimentos futuros. Preferem, então, regular o processo do sofrimento depurador, em lugar de sustá-lo provisoriamente. No primeiro caso, esgota-se o carma, embora demoradamente; no segundo, a cura é um hiato, uma prorrogação cármica.
Apesar de ainda polêmicos, os ensinamentos deste grande espírito, despertam e elevam as criaturas dispostas a evoluir espiritualmente. Ele fala corajosamente a respeito de magia negra, seres e orbes extra-terrestres, mediunismo, vegetarianismo etc. Estas obras (15 Psicografadas pelo saudoso médium paranaense Hercílio Maes (sabemos que 9 exemplares não foram encontrados depois do desencarne de Hercílio... assim, se completaria 24 obras de Ramatís) e 7 psicografadas por América Paoliello) têm esclarecido muito os espíritos ávidos pelo saber transcendental. Aqueles que já possuem características universalistas, rapidamente se sensibilizam com a retórica ramatisiana.
Para alguns iniciados, Ramatís se faz ver, trajado tal qual Mestre Indochinês do século X, da seguinte forma, um tanto exótica:
Uma capa de seda branca translúcida, até os pés, aberta nas laterais, que lhe cobre uma túnica ajustada por um cinto esmeraldino. As mangas são largas; as calças são ajustadas nos tornozelos (similar às dos esquiadores).
Os sapatos são constituídos de uma matéria similar ao cetim, de uma cor azul esverdeado, amarrados com cordões dourados, típicos dos gregos antigos.
Na cabeça um turbante que lhe cobre toda a cabeça com uma esmeralda acima da testa ornamentado por cordões finos e coloridos, que lhe caem sobre os ombros, que representam antigas insígnias de atividades iniciáticas, nas seguintes cores com os significados abaixo:
Carmim - O Raio do Amor
Amarelo - O Raio da Vontade
Verde - O Raio da Sabedoria
Azul - O Raio da Religiosidade
Branco - O Raio da Liberdade Reencarnatória
Esta é uma característica dos antigos lemurianos e atlantes. Sobre o peito, porta uma corrente de pequenos elos dourados, sob o qual, pende um triângulo de suave lilás luminoso emoldurando uma cruz lirial. A sua fisionomia é sempre terna e austera, com traços finos, com olhos ligeiramente repuxados e tês morena.
Muitos videntes confundem Ramatís com a figura de seu tio e discípulo fiel que o acompanha no espaço; Fuh Planu, este se mostra com o dorso nu, singelo turbante, calças e sapatos como os anteriormente descritos. Espírito jovem na figura humana reencarnou-se no Brasil e viveu perto do litoral paranaense. Excelente repentista, filósofo sertanejo, verdadeiro homem de bem.
Segundo Ramatís, seus 18 remanescentes, se caracterizam por serem universalistas, anti-sectários e simpatizantes de todas as correntes filosóficas e religiosas.
Dentre estes 18 remanescentes, um já desencarnou e reencarnou novamente: Atanagildo; outro, já desencarnado, muito contribuiu para obra ramatiziana no Brasil - O Prof. Hercílio Maes, outro é Demétrius, discípulo antigo de Ramatís e Dr. Atmos, (Hindu, guia espiritual de APSA e diretor geral de todos os grupos ligados à Fraternidade da Cruz e do Triângulo) chefe espiritual da SER.
No templo que Ramatis fundou na Índia, estes discípulos desenvolveram seus conhecimentos sobre magnetismo, astrologia, clarividência, psicometria, radiestesia e assuntos quirológicos aliados à fisiologia do "duplo-etérico".
Os mais capacitados lograram êxito e poderes na esfera da fenomenologia mediúnica, dominando os fenômenos de levitação, ubiqüidade, vidência e psicografia de mensagens que os instrutores enviavam para aquele cenáculo de estudos espirituais. Mas o principal "toque pessoal" que Ramatis desenvolveu em seus discípulos, em virtude de compromisso que assumira para com a fraternidade do Triângulo, foi o pendor universalista, a vocação fraterna, crística, para com todos os esforços alheios na esfera do espiritualismo.
Ele nos adverte sempre de que os seus íntimos e verdadeiros admiradores são também incondicionalmente simpáticos a todos os trabalhos das diversas correntes religiosas do mundo. Revelam-se libertos do exclusivismo doutrinário ou de dogmatismos e devotam-se com entusiasmo a qualquer trabalho de unificação espiritual.
O que menos os preocupa são as questões doutrinárias dos homens, porque estão imensamente interessados nos postulados crísticos.


Sociedade Espírita Ramatis
Rua José Higino, nº 176 - Tijuca
Rio de Janeiro / RJ - Brasil
Tels.: (021) 2572-7926 / 2572-1302
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MENTOR DA INSTITUIÇÃO ESPIRITUALISTA ORIENTAL


O Divino Mestre SHIDHA, mentor espiritual da “IEVE”, encarnou pela última vez na Índia, na cidade de Madras, em 25 de outubro de 565 a.C.
Contemporâneo de BUDDHA (563 a483 a.C.) tornou-se discípulo direto deste, e ainda jovem abandonou o Bramanismo e imigrou para o Tibet, para as montanhas do Himalaia, onde envergou o Manto Amarelo. Além das várias atividades que exercia, escolheu também servir fazendo faxina nas celas dos lamas, a fim de melhor assimilar a humildade de DEUS. Praticou os ensinamentos de SIDARTA GAUTAMA e entoou o Mantra OM MANI PAD ME HUM, através do qual atingiu a Iluminação.
Sua missão na Terra encerrou-se quando desencarnou aos 84 anos de idade, em 05 de novembro de 481 a.C., já livre da roda das encarnações.
Em sua encarnação anterior, viveu no Egito como guardião das pirâmides de Gizé, local onde conheceu faraós, os sacerdotes de Ísis, Osíris, Hórus e Magos diversos. Além disso, assimilou conhecimentos a respeito da preservação de corpos humanos e de animais, através da técnica de mumificação.
SHIDHA, que atualmente, atingiu o Nirvana, lugar onde habitam os Divinos Mestres, é um Ser Iniciado da Falange Branca Universal, um dos Senhores do Carma, chegando a esse grau através do seu incomensurável amor e dedicação à humanidade.
Está vivendo na Sétima Lei do Astral Superior. Sua grande vibração o impede de descer aos planos terrestres, mas ele se faz sentir por outros espíritos do Alto Astral.
Seu nome, composto de duas sílabas, tendo cada uma três letras significa:
SHI – O símbolo de SHIVA, o Deus da transformação das coisas e dos seres, um dos deuses da Trimurti indiana e mantra do mesmo deus para a transformação do mal, imperfeito e impuro para o bem, a perfeição e a pureza.
DHA – O símbolo de SHIDHA, o mesmo que o caminho perfeito em busca da Sétima Lei, a Perfeição Única, a Verdade Eterna.
Assim, pois SHIDHA, é Aquele que pela transformação sempre constante e consciente deseja alcançar Deus pela Perfeição própria alcançada através da Lei Máter, a Lei da Evolução.
É o mentor espiritual de todas as organizações espiritualistas obedientes à sua Ordem Astral e um Mestre respeitado e venerado do budismo tibetano.


ORDEM DA COROA
INSTITUIÇÃO ESPIRITUALISTA ORIENTAL
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Rua Vicente de Souza, 12
Botafogo
[Pertinho do Botafogo Praia Shopping]