quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

"O verdadeiro amor é livre de conceitos e preconceitos." "Jamais se sinta superior a ninguém, pois todos somos iguais perante o Pai Eterno.""Somos todos luz, só nos esquecemos às vezes de como nos conectarmos a Ela através da meditação. Mas quando conseguirmos isso na nossa vida diária, a revelaremos a Todos a nossa volta, principalmente aos mais próximos.... "

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011





 Recebemos sinais de que a fé precisa ser cultivada diariamente, e muitas vezes não percebemos...É bom demais ter a fé renovada pelo natal e as vibrações de que Jesus nasceu, viveu, morreu e ressuscitou para ser o símbolo e o exemplo da paz e do amor espalhados pela Terra, e isso não depende nem um pouquinho das religiões espalhadas pelo mundo.... não depende de quem acredita e de quem não acredita.... =)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011




Tudo passa e tudo se renova na Terra, mas o que vem do céu permanecerá.


De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmos, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo. Eleva, pois, o teu olhar e caminha.


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Troque sua preocupação pela sua presença.

 E lembre-se: o pouco, pode ser muito.



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O segredo não é uma questão exatamente do que você insiste em pensar repetidamente como uma fórmula mágica, se fosse assim, seria fácil. É uma questão mais profunda, o segredo é como você se sente interiormente. Você pode utilizar as mentalizações para modificar seu humor, seus pensamentos, suas atitutes e sentir-se cada vez melhor, mas se não conseguir se sentir melhor, não vai adiantar nada. Tem que haver mudanças interiores, mudanças de comportamento, mudanças pra melhor! Isso sim vai materializar sua decisão de mudar e atrair as coisas boas que você sempre sonhou para sua vida. É o segredo da autorrealização. Pense, crie, modifique. Mudanças de hábito. Programação do dia. Capacidade de formular respostas positivas em situações variadas. Não mudar o foco do objetivo. Pensar feliz. Ser grato por tudo de bom que há ao redor no momento presente. Engavetar os problemas que não temos possibilidade de resolver hoje. Viver um dia de cada vez com um sorriso dos lábios e muito amor e esperança no coração e na alma. Beijosssss MUDANÇA DE ATITUDE PARA MEU QUADRO DA VISÃO: A PARTIR DE HOJE VOU USAR O CALENDÁRIO DO MEU CELULAR PARA ANOTAR TODOS MEUS COMPROMISSOS E COLOCÁ-LO PARA DESPERTAR NAS DATAS E HORÁRIOS QUE EU TIVER PROMETIDO RESOLVER ALGUMA COISA PRO MEU AMOR. QUEM PRECISA DE UMA MEMÓRIA GENÉTICAMENTE PRIVILEGIADA SE PODE CONTAR COM A TECNOLOGIA? :D

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O homem se torna o que ele pensa.

Roteiro de estudos foco nos exercícios anteriores não perder o pique nem sequer lembrar de coisas que entristecem

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O SEU DESEJO É UMA ORDEM!

TRECHOS DO LIVRO "THE SECRET": Foi provado cientificamente que um pensamento afirmativo é centenas de vezes mais poderoso do que um pensamento negativo. Uma forma de dominar a mente é aprender a acalmá-la. Tudo o que é emitido volta para a fonte - você. Se quiser mudar qualquer coisa em sua vida, mude seus pensamentos. Seus pensamentos atuais estão criando sua vida futura. Aquilo em que você mais pensa ou se concentra se manifestará como a sua vida. Seus pensamentos se transformam em coisas. Você tem uma escolha e, seja lá o que escolher pensar, isso se transformará na sua experiência de vida. Nada pode entrar na ssua experiência sem que você peça isso mediante pensamentos duradouros. As emoções são um dom incrível que possuímos para nos informar sobre o que estamos pensando. A coisa mais importante que você deve saber é que é impossível sentir-se mal e, ao mesmo tempo, ter bons pensamentos. É impossível sentir-se bem e ao mesmo tempo ter pensamentos negativos. Tudo o que pensamos e sentimos está criando nosso futuro. Você obtém exatamente aquilo que está sentindo, não tanto aquilo sobre o que etsá pensando. Seus pensamentos e seus sentimentos criam sua vida. Será sempre assim. Pode ter certeza! Você tem o poder de mudar qualquer coisa, porque é quem escolhe seus pensamentos e vivencia seus sentimentos. Você cria seu próprio universo à medida que avança. É a combinação de pensamento e amor que forma a irresistível força da lei da atração. Você não pode causar mal a outra pessoa com seus pensamentos, apenas a si mesmo. Quanto maior o amor que sente e emite, maior o poder que você utiliza. Não há como escapar à lei do amor. É o sentimento que transmite vitalidade ao pensamento. Sentimento é desejo, e desejo é amor. O pensamento impregnado de amor se torna invencível. A vida pode ser completamente fenomenal, e deveria ser, e será, quando você começar a usar O Segredo.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A cor do tempo...

A única coisa sábia que posso dizer do dia de hoje é: quem tem fé, entrega nas mãos de Deus. http://www.youtube.com/watch?v=rybX96pg2yY

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O QUE SÃO MANDALAS?

Intuitivamente, os nossos ancestrais sabiam que a estrutura fundamental do universo é uma mandala. A palavra “MANDALA”, no velho sânscrito, significa “o centro”, “o círculo mágico”, “o mistério”. É geralmente descrita como uma figura geométrica representada por um círculo sobre um quadrado ou vice-versa, mas pode ser também construída ou desenhada em forma de um círculo, um quadrado ou um retângulo, subdividido por quatro ou múltiplos de quatro, de maneira mais ou menos regular, incluindo-se ou não outras formas. Sua característica mais importante é que seu traçado é feito em torno de um centro, geralmente obedecendo eixos de simetria e pontos cardeais. Entretanto, seu contorno exterior não é forçosamente circular, mas dá a idéia de irradiar-se de um centro ou mover-se em direção a ele. Por isto, quando uma pessoa observa uma mandala tem a sensação de que ela se move e pulsa.Um caminho em direção ao centro. Na Psicologia Moderna, o célebre psicólogo C. G. Jung, criador da Psicologia Analítica, ao estudar as mandalas orientais e sua utilização como instrumento de culto e de meditação, passou a desenhá-las, descobrindo o efeito de cura que elas exerciam sobre ele mesmo. Após anos de pesquisa e aprofundamento no conhecimento do psiquismo humano, ele passou a utilizar a construção de mandalas como método psicoterapêutico. Seus estudos o levaram a defini-la como um círculo mágico que representa simbolicamente o Eu ou Self – arquétipo da Unidade Interior. Na Psicologia Analítica, a mandala é um círculo mágico que representa a Unidade Interior. Como instrumento terapêutico, a mandala é utilizada, desde os tempos primitivos, pelos chamãs indígenas da América e aborígenes da Austrália que, ainda nos tempos atuais, as gravam e desenham em areia colorida. Também, místicos ocidentais e orientais de quase todas as culturas, ao longo de toda a história da humanidade, já utilizavam mandalas como “um caminho para reencontrar seu próprio centro”. Algumas pessoas procuram envolver a construção de uma “mandala cósmica” numa auréola mística, como se a pessoa que a produz fosse tomada por uma “energia especial” que dirige sua mão, independentemente da participação de sua mente, do seu ego, do seu psiquismo. Entretanto, como estamos vivendo a era do conhecimento, é preciso desmistificar, pois o estado de consciência expandida pode ser alcançado por qualquer pessoa que o queira. A elaboração de uma “mandala cósmica”, isto é, no seu processo de criação, a pessoa, além do estudo e experimentação das cores, utiliza também instrumentos de medida, como compasso, régua e etc. E é exatamente por isso que ela é capaz de transformar a sua “visão cósmica”, captada num determinado instante do tempo, em uma obra de arte única, inédita e extraordinariamente perfeita. Esse tipo de mandala representa a ordem e a harmonia existentes no universo e durante o seu trabalho o psiquismo da pessoa se reestrutura internamente, unificando-se na dualidade. Isto significa simplesmente que a construção de uma “mandala cósmica” nos ajuda a liberar as nossas forças interiores de auto-cura, pois esse processo é capaz de desencadear em nós a ordem e a harmonia no lugar do caos. Um novo e significativo todo. Portanto, além de possibilitar o auto-conhecimento e a conquista da unidade interior/exterior, reconciliando e integrando os opostos, o trabalho com mandalas traz, também, como consequência, uma vida simbólica mais intuitiva, mais criativa e individualmente mais livre, pois ajuda a pessoa a entrar em sintonia com seu potencial interior, aceitando e enriquecendo seu imaginário. Seja qual for a técnica utilizada em sua construção – individual ou em grupo, seja qual for seu uso ou finalidade – estudo, meditação, auto-conhecimento, todo trabalho com mandalas contribui para a harmonia e o equilíbrio da consciência em evolução. Investigando o uso das mandalas nas tradições budistas, Jung descobriu que os conteúdos das mandalas tibetanas derivam dos dogmas lamaicos. Na doutrina dos lamas ou lamaismo, elas não têm significado particular porque são apenas representações exteriores. Para os lamas, a verdadeira mandala é sempre “uma imagem interior gradualmente construída pela imaginação ativa nos momentos em que o equilíbrio psíquico está perturbado, ou quando um pensamento não pode ser encontrado e deve ser procurado porque não está contido na doutrina sagrada”. Como são de grande importância enquanto instrumento de culto, as mandalas tibetanas geralmente contém, em seu centro, uma figura do mais alto valor religioso como, por exemplo, Shiva ou Budha. Mandalas Cósmicas Existem, portanto, três tipos de mandalas: as de culto, as de meditação e as terapêuticas. Elas se diferenciam em função do seu uso e finalidade, mas também segundo o estado de consciência do indivíduo no momento da sua criação, isto é, estado de culto, de meditação, de cura terapêutica e de expansão da consciência, como instrumento de auto-conhecimento e transformação interior. Entretanto, em nossas pesquisas com técnicas de Expansão de Consciência, identificamos o que Gilles Guattari denominou “mandala cósmica” – uma reprodução da dimensão cósmica da consciência da criação. As mais conhecidas “mandalas cósmicas” do mundo são criadas pelo francês Stefan Nowak. A criação de uma “mandala cósmica” só ocorre num estado especial de consciência, chamado “estado visionário”, em que a pessoa se torna canal da consciência universal – que Jung chama de “arquétipo”, isto é, representação, no psiquismo individual, da parte herdada da psiquê coletiva. Esse chamado “estado visionário”* pode ser alcançado através da “consciência expandida”, mas a sua manifestação prática exige um intenso trabalho interior de auto-conhecimento e descoberta dos próprios potenciais de realização exterior. No “estado visionário”, a consciência cotidiana do indivíduo se expande e, holograficamente, capta a dimensão cósmica da consciência da criação. Por isso, geralmente as “mandalas cósmicas” parecem explosões de luz. A mandala cósmica é uma representação da dimensão cósmica da consciência da criação. Para se realizar uma mandala é preciso aprender a perceber a idéia que vem de dentro e integrá-la à percepção exterior, tornando-a visível através de uma representação gráfica construída intuitivamente ou desenhada com instrumentos. O foco da atividade é a auto-expressão do inconsciente, quando a pessoa reúne diversos elementos de suas experiências pessoais. O resultado final é um novo e significativo todo. Ao construir uma mandala, a pessoa expressa a sua criatividade, reinventando-se e reconstruindo-se na direção de um novo e significativo todo. Sendo representação exterior de imagens do mundo interior que obedece a uma dinâmica de reestruturação constante, as mandalas são sempre “individualmente diferentes” e nenhuma se parece com outra, sendo impossível reproduzi-las, mesmo pelo seu próprio autor. Isto porque, ao construir uma mandala, a pessoa vivencia sua criatividade, expressa-se através dos seus próprios meios, construindo os próprios códigos, reinventando o que já existe e criando novos caminhos, pois a auto-expressão é também um caminho de construção e reconstrução do sujeito.

Amo de paixão carros vermelhos! :D

Férias!! :D

Me divirto muito lá no escritório! :D

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O segredo é um dos maiores fenômenos editoriais do mercado americano. Em dois meses vendeu 4 milhões de exemplares e está há cinco semanas na lista do New York Times. O livro chegou às livrarias brasileiras pela Ediouro no dia 4 de maio. The secret – O segredo repete o sucesso do documentário de mesmo nome, que estreou no Brasil em 30 de março de 2007. “Este livro mudou minha vida”, disse a apresentadora Oprah Winfrey, emocionada, ecoando em seu programa a sensação das milhares de pessoas que, já no Brasil, não apenas lêem The secret, mas reúnem-se para discuti-lo. De forma mais direta, o livro e o filme, torna mais acessíveis as discussões de outro documentário-sensação, What the bleep we know (Quem somos nós). O filme reúne histórias reais e os testemunhos das pessoas que transformaram profundamente suas vidas. Seja na saúde, nas finanças, nos relacionamentos, na erradicação das doenças, superação de obstáculos e na conquista de coisas consideradas impossíveis. Ao longo de séculos, existe um poder oculto e inexplorado, muito perto de nós, que poderá trazer alegria a cada aspecto da vida. Trata-se do Segredo, revelado nas páginas do livro e no filme de Rhonda Byrne, produtora australiana especializada em programas de variedades para rádio e tv. Rhonda passou por momentos traumáticos em sua vida profissional e pessoal que a levaram a achar que os seus problemas não teriam mais solução. Até ter em mãos um pequeno livro antigo, A Ciência do Enriquecimento, a autora soube exatamente qual seria sua missão: revelar a sabedoria dos homens e mulheres que já compreendiam o Segredo. Entre eles estavam grandes cientistas, filósofos, atletas, músicos, escritores, estadistas, que se transformaram em exemplos, referências para toda a humanidade. Este poder, que no livro é comentado por cientistas, escritores, artistas, médicos, consultores financeiros e religiosos, pode ser resumido na famosa “lei da atração”: o mundo é sempre uma projeção da imagem que temos dele; se pensamos de forma negativa e destrutiva em relação a nós mesmos, dificilmente é possível vencer. Naturalmente, pensamos em tudo o que NÃO queremos; The secret – O segredo nos lembra que é preciso, SEMPRE, pensar no que se quer, agir com determinação e foco. O livro e o filme, tratam desta realidade que todos sabem mas freqüentemente esquecem: só faltava alguém juntar todas as peças. Ao trazer à luz histórias fascinantes de verdadeiros “mestres”, antigos e contemporâneos que usaram o Segredo para obter sucesso, saúde e riqueza, só nos resta compartilhar com eles as suas experiências. E desfrutar a felicidade. Para produzir um livro e um filme deste porte, Rhonda Byrne reuniu uma equipe de professores, cineastas, designers, autores, editores e guias espirituais. Dentre os co-autores do livro estão Donald Neale Walsch, autor de Conversando com Deus (publicado pela Ediouro), o terapeuta Jack Canfield (criador da série Histórias para aquecer o coração) e John Gray, o escritor best seller de Homens são de Marte, mulheres são de Vênus. Saiba mais sobre o filme. Fonte: http://www.conhecaosegredo.com.br

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Perdoar 70 vezes 7 Então, Pedro aproximou-se dele, dizendo: Senhor, quantas vezes devo perdoar meu irmão quando ele pecar contra mim? Será que vai ser até sete vezes? Disse-lhe Jesus: Não te digo até sete vezes, mas setenta vezes sete. (Mateus 18,21-22) Perdoa teu irmão 70 vezes 7, infinitamente! Ele acreditou e assim o fez durante toda sua vida!
Não era inteligente, não sabia ler entre as linhas, somente nas linhas! Agia como aqueles robôs de outrora. Regido pelas falácias de autoridade, acreditava no “homem do tempo” e em Aristóteles e no pasticho do indigesto programa do final de domingo e venerava com fervor o que religiosos diziam sobre o que Cristo jamais disse. Perdoa teu irmão 70 vezes 7! E assim o fez e viveu regido pelo desejo do desejo do outro...Teve seus bens dilacerados por amigos; foi ridículo diante dos filhos; abandonado pela linda mulher e sua mãe cuspiu-lhe na cara depois que o pai morreu de desgosto. Gritava aos céus: - beijarei as chagas de Cristo! Sozinho e sem dinheiro morreu de diarreia. Ao entrar no céu, um anjo de asas ímpares avisou aos santos: - o imbecil chegou todo cagado! O que devemos fazer? Santo Antão, limpando com o braço esquerdo a boca de vinho, de pronto disse: - ele é um notável “case” de como se apaga a centelha divina, dê um banho no asno e deixei-o de cabeça para baixo por um milênio, enquanto negocio com os infernos quanto ele vale...
MAS DEUS É NOSSO PROTETOR, NÃO DEVEMOS NOS FOCAR NO QUE ACONTECEU COM OS QUE TENTARAM PRIMEIRO E NEM NAQUELES QUE NÃO CREEM VERDADEIRAMENTE EM JESUS. MESMO QUE A BÍBLIA TENHA SIDO ADULTERADA POR ALGUM CONCÍLIO DO VATICANO COMO MUITOS ESPECULAM E ATÉ AFIRMAM NO SENTIDO DE CONTROLAR O POVO, DEUS ESTÁ ACIMA DE TUDO ISSO E OUVE NOSSAS ORAÇÕES SINCERAS E JAMAIS NOS PUNIRIA POR UMA FALSA CRENÇA QUE NOS FOI ENSINADA OU ABRAÇADA POR AMOR A DEUS. E O ANJO DO SENHOR RESPONDEU: SIM , HOMENS E MULHERES DE POUCA FÉ. A JORNADA É LONGA E REPLETA DE ARMADILHAS. SE ESTIVER PREPARADO PARA LUTAR E DEFENDER O QUE ALMEJA, SIGA EM FRENTE. CUIDE TAMBÉM DA SAÚDE. PERSEVERE! E VOLTANDO-SE PARA OS IRMÃOS QUE ERAM INJUSTOS, OS ANJOS DO SENHOR CANTARAM EM UNÍSSONO: TODAS AS DIFICULDADES SERÃO SANADAS.... BASTA SE HARMONIZAR COM O TODO.... A UNIÃO E O PERDÃO DEVEM SER A TÔNICA DO FUTURO.... CUIDADO COM A SUPERFICIALIDADE........ PAZ!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Ainda Há Tempo Há tempo de rever velhos conceitos que carregamos durante décadas e não nos damos conta de que já estão ultrapassados. Ainda há tempo de terminarmos aquele curso que interrompemos, por falta de dinheiro ou de paciência ou porque alguém nos disse que não deveríamos fazê-lo. Ainda há tempo de parar de fumar, de fazer exercício e de aprender a nadar. Ainda há tempo de olhar para a vida sob outra ótica e melhorarmos a sua qualidade, deixando de lado as preocupações que nos atormentam na hora de dormir. Ainda há tempo de ensinarmos nosso filho a andar de bicicleta e a jogar xadrez, de contarmos histórias, tempo de escutarmos os mais velhos. Ainda há tempo de amar, de chorar, gargalhar, de sair na chuva sem culpa por chegar molhado e sem medo do resfriado. Ainda há tempo de comprar um cachorro, de ouvir Jimmy Hendrix e de tomar um cuba-libre; tempo de sentar na calçada e atravessar a madrugada sem pensar em nada. Ainda há tempo de escrever um livro, de fazer uma horta e de comer jabuticaba do pé; tempo de cantar no chuveiro e assistir uma ópera. Ainda há tempo de saltar de pára-quedas, de voar de asa-delta, de fazer serenata, de namorar e beijar na boca. Ainda há tempo para ser poeta, de estudar filosofia e conhecer a Vila Madalena; tempo de ir com a amada comer feijoada e trocar confidências. Ainda há tempo de comprar uma moto, de fazer rapel ou andar de jipe; tempo de ter dezoito ou noventa anos com saúde e honestidade. Ainda há tempo de fazer um spaghetti, de abrir um vinho, comer pastel na feira e de encarar uma fila de banco no dia cinco de cada mês. Ainda há tempo de tomar café no aeroporto de madrugada e de ler a manchete fresquinha do jornal de domingo. Ainda há tempo de sair mais cedo do escritório pra jogar boliche ou andar de kart. Tempo de sair da janela e ir lá embaixo enfrentar o tráfego só pra chegar em casa mais cedo. Ainda há tempo de acreditar em Deus, tempo de rezar por um ente querido que se foi, de abrir o coração e reconhecer que erramos. Ainda há tempo de corrigir erros do passado, praticar a humildade e fazermos aquilo que, no fundo, sabemos que tem que ser feito, surpreender. Ainda há tempo de limpar a gaiola do passarinho, de levar o cachorro pra passear e conversar com seu vizinho. Ainda há tempo de dar o real valor a você aos que lhe amam. Há tempo de saber que a vida é como uma roda em movimento ladeira abaixo. Se parar, ela irá cair; se não for dirigida ou contida, irá destruir quem encontrar em seu caminho. Portanto o ainda não existe, tudo depende de nós e sempre haverá um tempo para a vida, sempre haverá tempo para novos aprendizados e até mesmo para a reconciliação... O tempo não para, e o ainda pode passar... aproveite enquanto ainda há tempo...e pense bem, mas bem mesmo, no rumo que estamos a dar a nossas vidas... (Autor Nelson Sganzerla)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

CARDÁPIO SIMPLES :)

SEGUNDA FEIRA

CAFÉ DA MANHÃ:
ÁGUA OU CHÁ EM TEMPERATURA AMBIENTE OU MORNO EM JEJUM
UM MAMÃO PAPAIA
FRAPÊ DE CAPPUCCINO GELADO
4 CREAM CRAKERS

ALMOÇO:

2 SANDUÍCHES DE PÃO DE FORMA(COM REQUEIJÃO, QUEIJO PRATO E UMA RODELA DE TOMATES)
REFRESCO DE UVA

LANCHE:

CHÁ
CREAM CRAKER COM REQUEIJÃO
1 IOGURTE DE MORANGO COM MORANGOS BATIDOS

JANTAR:

ARROZ BRANCO COM OVOS MEXIDOS
1 IOGURTE DE MORANGO COM MORANGOS BATIDOS DE SOBREMESA



TERÇA FEIRA


CAFÉ DA MANHÃ:

CHÁ E ÁGUA EM JEJUM
FRAPÊ DE CAPPUCCINO GELADO
5 CREAM CRAKERS COM REQUEIJÃO

ALMOÇO:

ARROZ BRANCO
CREME DE ERVILHA
TOMATE PICADINHO
HAMBURGER BOVINO GRELHADO NO AZEITE

LANCHE: SUCRILHOS COM LEITE

JANTAR:

SOPA DE LEGUMES COM CARNE ( BATIDO NO LIQUIDIFICADOR)
SERVIR UM PRATO COM 2 CREAM CRAKERS E UMA FATIA DE QUEIJO MINAS PICADINHA

QUARTA FEIRA

CAFÉ DA MANHÃ:

BANANA AMASSADA COM MEL E NESTON
LEITE DESNATADO

ALMOÇO:

FEIJÃO MULATINHO
ARROZ BRANCO COM BRÓCOLIS
CARNE ASSADA COM CEBOLAS
BATATAS COM MOLHO DE REQUEIJÃO

LANCHE:

IOGURTE DESNATADO COM SALADA DE FRUTAS

JANTAR:

SOPA DE LEGUMES COM PEITO DE FRANGO BATIDO NO LIQUIDIFICADOR
SERVIR COM 1 FATIA DE QUEIJO MINAS PICADINHA E 2 CREAM CRAKERS


QUINTA FEIRA

CAFÉ DA MANHÃ

MEIO MAMÃO PAPAIA
CAFÉ COM LEITE
MISTO QUENTE


ALMOÇO

ARROZ
ESTROGONOFE
BATATA PALHA
UMA MAÇÃ DE SOBREMESA

LANCHE

LEITE COM MAÇA 500ML

JANTAR:

SOPA DE LEGUMES OU REPETECO DO ALMOÇO


SEXTA-FEIRA

CAFÉ DA MANHÃ

ÁGUA E CHÁ EM JEJUM
UMA FRUTA
LEITE COM NESCAU OU ADES DE MAÇÃ
MISTO QUENTE

ALMOÇO

MACARRONADA
CARNE MOÍDA
ADES DE MAÇÃ

LANCHE:

VITAMINA DE FRUTAS COM NESTON

JANTAR:

MIOJO COM OVOS OU SOPA DE LEGUMES


SÁBADO

CAFÉ DA MANHÃ:

CHÁ E ÁGUA EM JEJUM
UMA FRUTA
LEITE COM NESCAU OU ADES
MISTO QUENTE

ALMOÇO:

ARROZ
PEIXE AO FORNO (LINGUADO OU SALMÃO)
FEIJÃO
BATATA ROSÉ OU BATATA FRITA
ABÓBORA VERMELHA
SALADA DE ALFACE COM TOMATE E CEBOLA
OU COUVE REFOGADA

LANCHE:

ADES COM BISCOITOS OU
VITAMINA DE FRUTAS OU
SORVETE COM BOLO :)

JANTAR:

PIZZA!!! :) NHAM NHAM NHAM :P

DOMINGO:

CAFÉ DA MANHÃ:

CHÁ E ÁGUA EM JEJUM
LEITE OU ADES
MISTO QUENTE OU BISCOITOS
UMA FRUTA OU IOGURTE

ALMOÇO:

ALMÔNDEGAS DE SOJA COM MOLHO DE TOMATE E PIMENTÃO
ARROZ
SALADA DE MAIONESE
FEIJÃO OU LENTILHAS

LANCHE:

CACHORRO QUENTE OU HAMBÚRGUER
COCA COLA OU ADES

JANTAR:

SOPA DE LEGUMES OU REPETECO DO ALMOÇO OU LANCHE
BOLO COM SORVETE
LIVRE ESCOLHA

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

SENTIR-SE AMADO


O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama.

Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.

Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se.

A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também?

Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois.

Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho".

Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato."

Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.

Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.

Martha Medeiros.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

TUDO O QUE UMA MULHER DEVE SABER SOBRE SEU AMADO

Eu sempre comento, seja em roda de amigas ou no trabalho que dizem as más línguas que todo homem é um canalha em potencial. E as mulheres caem malhando os homens mesmo! Assustador!
Aí tento dar uma melhorada, limpar a barra dos homens, dizer que meu amado não é canalha, que exitem exceções .... explicar que não disse que todo homem É um canalha, e sim que tem uma tendência forte que está em seu âmago pelo que todos dizem por aí,e que é inerente a todos os homens. Digo que há um grau de canalhice que pode ser alto ou baixo, que depende da pessoa.

O texto abaixo recebi por e-mail e dizem que é do Arnaldo Jabor, mas estive lendo por aí que existem muitos textos piratas que são atribuídos errôneamente a ele, tanto é que tive que corrigir alguns erros de português, mas deve ter mais.

Independente se é do Jabor ou não, o texto em si mostra claramente o que SUPOSTAMENTE vai na cabeça de um homem, mostrando claramente suas diferenças em relação a mulher....

Eu não poderia ter escrito ISSO.

Muitas das situações descritas pude OBSERVAR.

INDEPENDENTE DE CONCORDAREM OU GOSTAREM....

Boa leitura:

Traição Masculina

"Foi lendo um monte de besteiras que as mulheres escrevem em livros sobre o 'universo masculino', que resolvi escrever esse texto.
Não tenho objetivo de 'revelar' os segredos dos homens, mas amigos, me desculpem. Não se trata de quebrar nosso código de ética.
Isso vai ajudar as mulheres a entenEu sempre omento que derem os homens e, enfim, pararem de tentar nos mudar com métodos ineficazes.
Vou começar de sola. Se não estiver preparada nem continue a ler.E digo com segurança: o que escrevo aqui se aplica a 99,9% dos homens brasileiros (sem medo de errar).


Não existe homem fiel.
Você já pode ter ouvido isso algumas vezes, mas afirmo com propriedade. Não é desabafo.
É palavra de homem que conhece muitos homens e que conhecem, por sua vez, muitos homens...
Nenhum homem é fiel, mas pode estar fiel (ou porque está apaixonado,(algo que não dura muito tempo - no máximo alguns meses - nem se iluda)ou porque está cercado por todos os lados (veremos adiante que não adianta cercá-lo. Isso vai se voltar contra você).
A única exceção é o crente extremamente convicto.
Se você quer um homem que seja fiel, procure um crente daqueles bitolados, mas agüente as outras conseqüências.


Não desanime.Nem chore (muito) por causa disso.
O homem é capaz de te trair e de te amar ao mesmo tempo.
A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia. Não é como a da mulher.
Mulher tem que admirar para trair; ter algum envolvimento.
O homem só precisa de uma bunda.
A mulher precisa de um motivo para trair, o homem precisa de uma mulher.


Não fique desencantada com a vida por isso.
A traição tem seu lado positivo. Até digo, é um mal necessário.
O cara que fica cercado, sem trair, é infeliz no casamento, seu desempenho sexual diminui (isso mesmo, o desempenho com a esposa diminui), ele fica mal da cabeça.
Entenda de uma vez por todas: homens e mulheres são diferentes.
Se quiser alguém que pense como você, vire lésbica (várias já fizeram isso e deu certo), ou case com um viado enrustido que precisa de uma mulher para se enquadrar no modelo social.
Todo ser humano busca a felicidade, a realização. E a realização nada mais é do que a sensação de prazer (isso é química, tá tudo no cérebro).
A mulher se realiza satisfazendo o desejo maternal, com a segurança de ter uma família estruturada e saudável, com um bom homem ao lado que a proteja e lhe dê carinho.
O homem é mais voltado para a profissão e para a realização pessoal e a realização pessoal dele vêm de diversas formas: pode vir com o sentimento de paternidade, com uma família estruturada, etc, mas nunca vai vir se não puder ter acesso a outras fêmeas e se não puder ter relativo sucesso na profissão.
Se vc cercar seu homem (tipo, mulher que é sócia do marido na empresa, o cara não dá um passo no dia-a-dia sem ela) você vai sufocá-lo de tal forma que ele pode até não ter espaço para lhe trair, mas ou seu casamento vai durar pouco, ele vai ser gordo (vai buscar a fuga na comida) e vai ser pobre (por que não vai ter a cabeça tranqüila para se desenvolver profissionalmente. (Vai ser um cara sem ambição e sem futuro).


Não tente mudar para seu homem ser fiel. Não adianta!
Silicone, curso de dança sensual, se vestir de enfermeira, etc... Nada disso vai adiantar. É lógico que quanto mais largada você for, menor a vontade do homem de
ficar com vc e maior as chances do divórcio.
Se ser perfeita adiantasse, Julia Roberts não tinha casado três vezes. Até Gisele Bunchen foi largada por Di Caprio, não é vc que vai ser diferente (mas é bom não desanimar e sempre dar aquela malhadinha).
O segredo é dar espaço para o homem viajar nos seus desejos (na maioria das vezes, quando ele não está sufocado pela mulher ele nem chega a trair, fica só nas paqueras, troca de olhares).
Finja que não sabe que ele dá umas pegadas por fora. Isso é o segredo para um bom casamento. Deixe ele se distrair, todos precisam de lazer.


Se você busca o homem perfeito, pode continuar vendo novela das seis.
Eles não existem nesse conceito que você imagina. Os homens perfeitos de hoje são aqueles bem desenvolvidos profissionalmente, que traem esporadicamente (uma vez a cada dois meses, por exemplo), mas que respeitam a mulher, ou seja, não gastam o dinheiro da família com amantes, não constituem outra família, não traem muitas vezes, não mantêm relações várias vezes com a mesma mulher (para não criar vínculos) e, sobretudo, são muuuuuito discretos: não deixam a esposa (e nem ninguém da sua relação, como amigas, familiares, etc saberem).
Só, e somente só, um amigo ou outro DELE deve saber, faz parte do prazer do homem contar vantagem sexual. Pegar e não falar para os amigos é pior do que não pegar. As traições do homem perfeito geralmente são numa escapulida numa boate, ou com uma garota de programa (usando camisinha e sem fazer sexo oral nela), ou mesmo com uma mulher casada de passagem por sua cidade.
O homem perfeito quase nunca trai com mulheres solteiras. Elas são causadoras de problemas. Isso remete ao próximo tópico.


ESSE TÓPICO NÃO É PARA AS ESPOSAS. É PARA AS SOLTEIRAS OU AMANTES:
Esqueçam de uma vez por todas esse negócio de homem não gosta de mulher fácil. Homem adora mulher fácil. Se 'der' de prima então, é o máximo. Todo homem sabe que não existe mulher santa.
Se ela está se fazendo de difícil, ele parte pra outra. A demanda é muito maior do que a procura. O mercado tá cheio de mulher gostosa.
O que homem não gosta é de mulher que liga no dia seguinte. Isso não é ser fácil, é ser problemática (mulher problema). Ou, como se diz na gíria, é pepino puro.
O fato de você não ligar para o homem e ele gostar de você não quer dizer que foi por você se fazer de difícil, mas sim por você não representar ameaça para ele.
Ele vai ficar com tanta simpatia por você que você pode até conseguir fisgá-lo e roubá-lo da mulher. Ele vai começar a se envolver sem perceber. Vai começar ELE a te procurar.
Se ele não te procurar era porque ele só queria aquilo mesmo. Parta para outro e deixe esse de stand by. Não vá se vingar, você só piora a situação e não lucra nada com isso. Não se sinta usada, você também fez uso do corpo dele - faz parte do jogo; guarde como um momento bom de sua vida.


90% dos homens não querem nada sério.
Os 10% restantes estão momentaneamente cansados da vida de balada ou estão ficando com má fama por não estarem casados ou enamorados; por isso procuram casamento.
Portanto, são máximas as chances do homem mentir em quase tudo que te fala no primeiro encontro (ele só quer te comer, sempre). Não seja idiota, aproveite o momento, finja que acredita que ele está apaixonado e dê logo pra ele (e corra o risco de fisgá-lo) ou então nem saia com ele.
Fazer doce só agrava a situação, estamos em 2008 e não em 1957.
Esqueça os conselhos da sua avó, os tempos são outros.


Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vida faça o seguinte:
Tente achar o homem perfeito do 5º item, dê espaço para ele. Não o sufoque. Ele precisa de um tempo para sua satisfação. Seja uma boa esposa, mantenha-se bonita, magra, sensual, malhe, tenha uma profissão (não seja dona de casa), seja independente e mantenha o clima legal em casa.
Nada de sufocos, de 'conversar sobre a relação', de ficar mexendo no celular dele, de ficar apertando o cerco, etc. Você pode até criar 'muros' para ele, mas crie muros invisíveis e não muito altos.
Se ele perceber ou ficar sem saída, vai se sentir ameaçado e o casamento vai começar a ruir.
A última dica:


Se você está revoltada por este texto, aqui vai um conselho: vá tomar uma água e volte para ler com o espírito desarmado.
Se revoltar quanto ao que está escrito não vai resolver nada em sua vida. Acreditar que o que está aqui é mentira ou exagero pode ser uma boa técnica (iludir-se faz parte da vida, se você é dessas, boa sorte!).
Mas tudo é a pura verdade.
Seu marido/noivo/namorado te ama, tenha certeza, senão não estaria com você, mas trair é como um remédio; um lubrificante para o motor do carro. Isso é científico.
O homem que você deve buscar para ser feliz é o homem perfeito do item 5.
Diferente disso ou é crente/católico convicto, ou viado ou tem algum trauma (e na maioria dos casos vão ser pobres).
O que você procura pode ser impossível de achar, então, procure algo que você possa achar e seja feliz ao invés de passar a vida inteira procurando algo indefectível que você nunca vai encontrar.

Espero ter ajudado em alguma coisa.

Agora, depois de tudo isso dito, cadê a coragem de enviar este texto para meu amor!??

Sorte que ele faz parte daquele 0,1% lá de cima........dos católicos convictos...."

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A CURA


CURANDO O DESESPERO E A FALTA DE ESPERANÇA

Neste momento de monumental mudança na Terra, os desafios da vida se tornaram mais acelerados, e há um número crescente de pessoas que está experienciando o desespero e uma perda de esperança.

A ativação de mais luz espiritual na Terra criou uma mudança da consciência e das prioridades na consciência coletiva da humanidade, e tem intensificado o processo de purificação individual e global. Este massivo processo de purificação está criando grandes mudanças drásticas para muitas pessoas.

Enquanto este processo está se tornando mais acelerado em todos os níveis, assim estão os desafios e transformações que podemos estar passando. Podemos nos encontrar em situações de desafio e de dificuldade que parecem tão extremas, que não sabemos como as superaremos.

Seja a perda de um amado, uma súbita enfermidade, passar por um desastre natural, uma perda súbita de nossa renda e de nosso estilo de vida, ou outras inúmeras situações dolorosas, há momentos em que a vida se torna tão desafiadora que ficamos oprimidos com emoções de tristeza, raiva e desespero. "Por que isto aconteceu comigo?", nós perguntamos, e pode ser que não possamos sentir qualquer resposta, ou qualquer sentimento de conforto interior no meio de nossa dor.

Em momentos como estes, freqüentemente as nossas emoções são tão intensas que não é possível sentir qualquer coisa positiva. Não é possível imaginar sobreviver até amanhã. Não é possível acreditar que um dia nos sentiremos íntegros novamente.

O que é necessário em momentos assim, é o processo de cura do amor. O amor é o curador que pode restabelecer corações partidos e curar todas as feridas. O amor está disponível em todos os momentos do divino, e também dentro de nós e ao nosso redor. O amor é a verdadeira estrutura da vida fisicamente manifestada na Terra, e embora a maior parte de nós não perceba ainda a presença do amor deste modo, ele está se fortalecendo e está agora mais e mais presente de modos tangíveis na vida diária.

O amor pode vir de muitas formas em nossas vidas, no abraço confortador de um amigo ou de um membro da família, nas preces e até nos melhores votos daqueles com os quais não estamos pessoalmente conectados, ou na presença de Deus que podemos ser capazes de sentir nos momentos de silêncio. O amor também pode ser sentido no afeto de um relacionamento com um animal amado, ou ao estarmos em um ambiente puro e natural onde podemos sentir a majestade e a graça da criação de Deus.

Quando estamos em dor intensa, nem sempre é possível sentir ou responder ao amor imediatamente. Se mais amor vier ao nosso caminho, ele pode provocar um fluxo de nossas emoções mais intensas, levando-nos a chorar copiosamente, ou a nos sentirmos mais zangados, ou mais desesperados. Podemos tentar nos isolar e nos escondermos da dor e daqueles que nos amam para evitarmos sentir a dor.

A cura do desespero e a perda da esperança é um processo, e ele geralmente não acontece de um dia para o outro. O que é necessário para nos sustentar durante estes momentos, é uma fonte de amor que possa estar presente conosco consistentemente através dos altos e baixos das emoções turbulentas que estamos experienciando.

Todos nós somos humanos e imperfeitos, e pode ser que os nossos amigos, membros da família ou conselheiros, nem sempre sejam capazes de manter sempre uma presença consistente de amor para nós durante os momentos difíceis. Todos na Terra estão sendo afetados pela maior intensidade da luz espiritual, e eles estão também em um processo de cura. É útil se pudermos cultivar uma conexão interior com o Espírito que possa nos sustentar através dos momentos agradáveis e desagradáveis.

É sempre uma boa idéia cultivar uma conexão interior com o Espírito, pois a fonte divina de amor, luz e vida, está disponível a nós, em todos os momentos, para proporcionar conforto, apoio e estímulo, não importa o que mais esteja acontecendo em nossas vidas. Quanto mais forte esta conexão com o divino se tornar dentro de nós, mais será possível, mais será possível receber no modo de bênçãos, graça e cura.

Quando estamos nos sentindo oprimidos pela dor, pelo desespero ou pela perda da esperança, pode não nos ser possível nos libertarmos das emoções intensas por nós mesmos. Nesta situação, unirmo-nos a outros pode ser de grande benefício. Seja um grupo de apoio, um relacionamento de cura, ou uma amizade íntima, estarmos dispostos a pedirmos e a recebermos ajuda, ativará e fortalecerá a presença do amor em nosso próprio ser e naqueles que estejam disponíveis e dispostos a ajudar.

Uma das experiências mais potentes do desespero, é o modo como ele parece interminável e intratável. Ele penetra em todos os nossos sentidos e cria um sentimento de desesperança. Por parecer como algo interminável, nós sentimos que não há nenhuma razão para continuarmos. O desespero pode se instalar como uma névoa em nosso corpo, em nossa mente e em nossas emoções. Enquanto estamos nele, parece como se nada mais houvesse.

O que acontece através da presença do amor, é que a luz divina que é uma parte natural do amor, começa a dissolver a névoa do desespero. Isto pode acontecer lentamente ou rapidamente, mas acontece se vocês forem capazes de encontrar dentro de si mesmos a disposição para alcançar o amor.

O amor a tudo cura, e transforma até a dor mais intensa, se o pudemos permitir. É no caminho através do desespero e através do amor, que a esperança retorna e pode ser sentida no coração, na mente e no corpo. Nós nos sentimos mais leves, mais seguros, mais abertos e mais vivos. Podemos sentir a nova chegada a nossa consciência, trazendo bênçãos que nunca poderíamos imaginar: as bênçãos que vêm do amor de Deus.

Canalizadora: Mashubi Rochell


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Tradução: Regina Drumond - reginamadrumond@yahoo.com.br

Mashubi Rochell é uma conselheira espiritual e fundadora do WorldBlessings.net, um espaço de reunião espiritual on line para pessoas de todas as crenças.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Os limites dos Outros


Os maldizentes, como os mentirosos, acabam por não merecer crédito, ainda mesmo dizendo verdades.

A maledicência é uma ocupação e lenitivo para os descontentes.

(Marquês de Maricá)


Introdução

Tudo que é "perfeito" tem limites impostos pelo seu próprio ser ou estado de "perfeição": um ser que manifeste as suas qualidades não o pode fazer sempre em todos os aspectos. O imperfeito, além de não manifestar sua potencialidade, quando o faz, pode fazê-lo de modo a não preencher as características do seu ser.

O homem é um ser social e possui uma individualidade. Não é perfeito e portanto, sob diversos aspectos, limitado. Precisa viver consigo mesmo e com os outros, porém, as leis pessoais não são as mesmas que as sociais. Pelo valor que é a individualidade, alguns homens são melhores em certos aspectos; outros, em outros, e assim a sociedade se completa e a vida social é possível. Mas a moeda tem outra face e o fato das pessoas diferirem em tantos aspectos pode gerar atritos de valores. Os limites das pessoas também são diferentes. Neste ponto começa o limite entre o pessoal e o social. Existem situações que podem ser ignoradas, passíveis de serem aceitas, em prol da sociedade, do bem comum. Mas o limite não é fixo, pode variar muito: toleramos algo numa manhã, mas se o mesmo assunto for apresentado à noite..., passa dos limites. Quereríamos que este limite fosse mais elástico, e de certo modo o é. O limite da tolerância tem por um lado a manutenção da individualidade e por outro a inclusão do individual no social. Se isto não ocorrer, alguns perdem sua individualidade e outros são excluídos e preferem se isolar do convívio social.

Neste conviver, o homem percebe que seus sonhos nem sempre são realidades quando se analisa na perspectiva do tempo. A certeza da morte o incomoda, seja pelo desejo de realizar-se, de deixar uma contribuição para a sociedade, ou pelo nihilismo teórico-prático em que muitos podem mergulhar.

Nossa liberdade é o preço da nossa existência, segundo Rodríguez-Rosado (1976). Existimos como seres humanos livres. Se não tivéssemos liberdade, nossa existência com certeza não seria da mesma forma. Seríamos outros seres, incapazes de optar, pois nosso protocolo seria rígido. Ao optar, por exemplo, entre ficar em casa estudando ou sair com os amigos para descansar, em qualquer um dos casos, mostraremos que somos livres - e responsáveis -, mas pagaremos o preço da nossa livre decisão. Cada ser humano pode optar, e ao escolher exclui algo. E todas as nossas ações podem ser vistas por terceiros, que nos rotulam em função das nossas ações. Existimos e somos, mas nem sempre gostamos de ser rotulados pelos nossos defeitos, modos etc. Algumas pessoas possuem defeitos mais evidentes, que se manifestam no convívio social. A semelhança de uma verruga negra e grande na ponta do nariz; caso estivesse escondida em outra parte do corpo, chamaria menos a atenção. Assim são nossos defeitos. Muitas vezes eles são evidentes, outras não.

A mente humana por vezes tende a caricaturizar em função dos traços ou atitudes negativas daqueles que nos cercam. Melhor seria ver os aspectos positivos dos outros: é mais fácil ensinar algo do que fazer alguém esquecer alguma coisa. Assim, poderíamos afirmar que a primeira impressão é a mais forte. Mas as pessoas mudam, por conta própria ou com a ajuda de terceiros. E no processo de mudança se percebe, por um lado, um limite pessoal; por outro, uma tolerância social. No final de cada interrelação, ambas as partes são capazes de exibir um estado superior ao anterior. É sobre estes pontos que iremos tecer algumas considerações.



A tolerância


A palavra tolerância provem do latim tolerantia, que por sua vez procede de tolero, e significa suportar um peso ou a constância em suportar algo. Teve no passado, e com sentido negativo, a função de designar as atitudes permissivas por parte das autoridades diante de atitudes sociais impróprias ou erradas. Hoje em dia, pode ser considerada uma virtude e se apresenta como algo positivo. Esta é uma atitude social ou individual que nos leva não somente a reconhecer nos demais o direito a ter opiniões diferentes, mas também de as difundir e manifestar pública ou privadamente(1).

Tomás de Aquino diz que a tolerância é o mesmo que a paciência(2). E a paciência é justamente o bom humor ou o amor que nos faz suportar as coisas ruins ou desagradáveis. Ao tratar do tema da justiça, o Aquinate também nos indica que "a paciência - ou tolerância - é perfeita nas suas obras, no que respeita ao sofrimento dos males, em relação aos quais ela não só exclui a justa vingança, que a justiça também exclui; nem só o ódio, como a caridade; nem só a ira, como a mansidão, mas também a tristeza desordenada, raiz de todos os males que acabamos de enumerar. E por isso, é mais perfeita e maior, porque, na matéria em questão, extirpa a raiz. Mas não é, absolutamente falando, mais perfeita que as outras virtudes, porque a fortaleza não suporta os sofrimentos sem se perturbar, o que também o faz a paciência, mas também os afronta, quando necessário. Por isso, quem é forte é paciente, mas não, vice-versa. Pois a paciência é parte da fortaleza."(3)

A diferença de abordagem, seja ela histórica ou dentro dos diferentes campos das ciências particulares, nos permite observar que dentro das humanidades, a tolerância diz respeito ao ser humano ou a sociedade, enquanto que nas ciências exatas, está baseada em leis físico-químicas e biológicas. Alguns exemplos ilustram o uso da palavra (in)tolerância ao longo dos séculos.

No final do séc. XVI, muito se falou de tolerância religiosa, eclesiástica ou teológica. Hoje em dia também se tolera - pacientemente - em pontos que não são essenciais de uma determinada doutrina mesmo que seja em detrimento da mesma, mas para uma melhor convivência social(4).

No passado (desde meados do séc. XIX), maison de tolérance(5) era a casa ou zona de prostituição: muitos toleram esses locais, procurando evitar, assim, a disseminação desses costumes em toda sociedade.

Na medicina, a palavra "tolerância" é utilizada para significar a aptidão do organismo para suportar a ação de um medicamento, um agente químico ou físico. Desta forma, as diferentes espécies toleram de diferentes modos os microrganismos: alguns adoecem e morrem, a outros nada ocorre. Os níveis de tolerância à radiação têm tal limite... Tecnicamente, a tolerância é o limite do desvio admitido dentro das características exatas de um objeto fabricado ou de um produto e as características previstas. Não são todos que suportam os medicamentos, e algo que está fora das normas algumas vezes pode ser tolerado. E assim pode se falar também de suportar fisicamente ou mentalmente algo pesado; em tolerar erros gramaticais; assim, podemos descer um degrau, recebendo o conhecimento neste nível, o qual é mais tolerável; algo pode ser tolerável, inclusive indiferente, aceitável: "o almoço foi bastante tolerável". Até mesmo dentro da ecologia Odum (1953) no seu livro Fundamentos de Ecologia coloca exemplos de limites de tolerância dentro da natureza(6).

Dentro das leis físicas, o universo tende a se desorganizar. Por outro lado, tudo que está vivo, tende a se organizar. Mas o homem, sendo livre, pode "ajudar" a desorganizar o mundo. Como num processo de tentativa e erro, as pessoas buscam soluções para viver consigo mesmo e com as demais. Às vezes parece que temos na mão um saco cheio de bolas, que tentamos arremessar e colocá-las dentro de um buraco distante. De modo simplista, dizemos que podemos acertar ou não, mas na prática, as coisas não ocorrem bem assim. O acerto aparece como uma vitória. Foram centenas de arremessos, e um acerto! Tolerar é aceitar os limites, é na realidade ser paciente. A paciência é justamente aceitar o desagradável, com bom humor.

Também na literatura universal, existem alguns provérbios que nos recordam a tolerância.

Tolérance n’est pas quittance(7), que poderíamos traduzir por: "Tolerância não é liberdade total...". Numa pequena cidade do interior, um deficiente físico, sem pernas, perambulava pela cidade com auxílio das duas mãos e o apoio do tronco. Durante anos, no seu trajeto, era debochado por um homem que dizia: - Vai gastar o... Um dia ele perdeu a paciência e matou o importunador. Na justiça, o aleijado foi duramente atacado, e tido como assassino cruel. O advogado, ao iniciar a defesa, falou durante dez minutos elogiando a qualidade de cada membro do júri, até que o juiz interrompeu: - Se o senhor não iniciar a defesa, não permitirei que prossiga. Sabiamente, o advogado respondeu: - Meritíssimo, se o senhor não agüentou dez minutos de elogios, imagine a situação do réu que suportou anos de insultos... Nestes casos, pode valer o provérbio: "Não seja intolerante a menos que você se confronte com a intolerância"(8).

Quanto à tolerância, costumamos atuar, como diz o provérbio, "com dois pesos e duas medidas": tendemos a ser muito complacentes com os desvios de nossa conduta (e isto quando os reconhecemos...) e implacáveis com os outros: não lhes damos o tempo necessário para mudar. De fato, abandonar um mau costume e atuar de modo completamente oposto é uma tarefa que exige esforço e pode durar meses ou anos... E, quanto aos outros, exigimos que tudo ocorra no mesmo instante, esquecendo que as coisas têm seu ritmo natural. Um feijão demora para germinar, crescer, florir, dar a vagem... e nós às vezes somos semelhantes às crianças, que deixam o feijão no algodão do pires com água, e no dia seguinte se decepcionam com a ausência de vagens. Para viver, deixar viver(9).

O que leva duas pessoas a entrarem em discórdia? A invasão do direito alheio, o ultrapassar o limite de tolerância, a incapacidade de compreensão mútua ou própria, a falta de empatia, a nossa própria natureza, o nosso temperamento. Somos limitados, e isto se manifesta também no modo tosco com que nos relacionamos muitas vezes com as pessoas.

A distância que existe entre as pessoas, em parte é criada por cada um. Às vezes percebemos que com alguns, já num primeiro momento, se consegue chegar perto, e falar sem gritar ou mandar mensageiros, mas nem sempre é assim. É preciso usar a inteligência, para encontrar o caminho da comunicação entre as pessoas. Inteligência e vontade de querer se comunicar... ou não.



Os limites


Nossas limitações são patentes. Não somos o que queremos, não fazemos tudo que sonhamos, não temos o dom de estar onde desejamos. Dentro destes limites é que nos movemos. Conhecer os limites pessoais e os dos outros - pois somos seres que não se repetem - é uma tarefa que dura toda a vida. O limite também não é algo estático, as pessoas mudam. Logo, o sistema de comunicação entre as pessoas é algo dinâmico e tem suas "leis" próprias, que cabe a cada um descobrir em cada momento. Em vez de gastar tempo reclamando que não existe comunicação, poderemos empregá-lo, verificando como estabelecer esta relação.

Por outro lado, quando as pessoas se aproximam, uma tem em relação a outra uma expectativa. Na prática existe também um pré-conceito, mas por ora, vale a pena refletir sobre a expectativa.



Expectativa


Nossas atividades estão inseridas no contexto da expectativa. Spes em latim, significa tanto esperança como expectativa de algo feliz. Um novo emprego, um novo trabalho, uma nova amizade geram expectativas. Alguns defendem a postura de não ter expectativa de nada, e assim, o que ocorrer de bom nos fará felizes. Mas isto não condiz com a etimologia da palavra. Temos esperança de que se agirmos de um modo, seremos felizes. Se nos relacionamos com alguém, é porque precisamos deste alguém, ou gostamos de estar com ele.

Quando um aluno se aproxima do professor para pedir um estágio, ambos têm uma expectativa. Explicitar estas expectativas um ao outro, evita a decepção. O combinado não sai caro, reza o ditado popular. Desta forma se evitaria a conhecida antropofagia...

A antropofagia nos une, quando os interesses pessoais têm a possibilidade de serem supridos pelas habilidades alheias. Agumas vezes o aluno apenas quer uma bolsa, ou aprender uma técnica, publicar um trabalho, decidir sua vida profissional; ou talvez ele esteja querendo ficar no estágio uma semana, um mês, um ano... sua vida toda. E como iremos saber se não perguntarmos? O professor também espera algo do aluno. Às vezes de modo possessivo, outras vezes de modo diferente, como mão de obra. Pode pensar também num talento para vida acadêmica, e se por um lado vê um discípulo, não pode deixar de encobrir as dificuldades pelas quais irá passar. Mas isto tudo, não passa de dúvidas. Um tem expectativa do outro, e nada mais lógico e razoável que exista um diálogo entre ambos, antes de iniciar as atividades. Alguém tem expectativa de alguém, mas ninguém não tem expectativa de ninguém... E os outros são para nós alguém... ou ninguém?!



Compreensão


Compreender cada um como é, acaba sendo o melhor modo de interagir. As vezes as pessoas precisam de peixe, outras vezes, precisam de trabalho educativo sobre a pesca, e sempre atenção externa de outras pessoas. Todos precisamos de cúmplices em nossas atividades.

Compreender, querer, perdoar. Esta tríade resume bem o relacionamento humano ideal. Da cultura popular somos capazes de lembrar: "Deus perdoa sempre, os homens de vez em quando, a natureza nunca" ou "Errar é humano, perdoar é divino". O perdão absoluto é divino. Nós podemos ter o ideal de perdoar, mas nem sempre conseguimos, como na terrível fórmula: "Perdoar, eu perdôo; mas esquecer, não esqueço...".

O erro das pessoas leva às vezes a conseqüências sérias para um perdão imediato. A reação pessoal ou social contra aquele que errou, pode ser irasciva, vingativa, punitiva. Mas o que se quer mesmo, é que aquele que errou, e com isto de certa forma agrediu, reconheça e mude. Talvez precise sofrer as conseqüências do seu ato para merecer o perdão. Não reconhecer o próprio erro ou de certa forma encobri-lo já consiste em parte da pena, por não se adequar com a verdade. Perdoar antes porém, abre uma porta honrosa para o agressor, que não precisa gastar tempo se justificando. Aqui vale mais uma definição do ser humano: aquele que é capaz de se desculpar e justificar em todos os seus atos, mas que ficaria envergonhado de manifestar esta desculpa ou justificativa em voz alta para outros. Sim, as desculpas que damos a nós mesmos para fazer coisas erradas, não convencem...

O castigo piora o ruim e melhora o bom, e como o bom deve ser melhorado, não se deve evitar o castigo. Mas, o ruim? Não merece o castigo, ou além do castigo precisa de algo para melhorar? Talvez precise também da compreensão... As pessoas aprendem também pelos erros, próprios ou alheios, históricos ou do presente. Quanto maior o erro, piores as conseqüências, e menores as chances de errar de novo. A evidência do erro para a sociedade mexe com os brios daquele que errou. A compreensão não pode ser confundida com a cumplicidade no erro; a cumplicidade está associada ao desejo de ser solidário com a pessoa que errou e disposição de ajuda para reverter esta situação. Esta aventura de compreender implica num compromisso. O amigo, é aquela pessoa que apesar de conhecermos perfeitamente como é, continua sendo amigo ou: "O amigo é o amigo do amigo".

O perdão, pode ser imediato ou não, com consequências ou sem elas. Ora, o tempo é apenas uma convenção, mas nem por isto deixa de existir... As pessoas, como o bom vinho, melhoram com o tempo ou, para continuar remetendo a provérbios: "O tempo é o melhor remédio". As pessoas, como já dissemos, buscam sempre uma justificativa para os seus atos, e também para perdoar. Em todos estes casos, é difícil ter a medida, pois a pena deve ser proporcional a ofensa, e o ofendido mostra que é grande, perdoando. As leis positivas neste sentido são como que a segurança da sociedade, na tentativa de se estabelecer uma medida; um verdadeiro protocolo social a ser atingido.

Sintonia


Uma rádio que está sintonizada, pode ser escutada sem ruídos, interferências. Escutar é um ato humano que reflete uma disposição interior. Peter Drucker dizia que "o verdadeiro comunicador é o receptor". Escutar é permitir o diálogo. A prática medieval de dialogar num debate, merece ser lembrada. Enquanto um falava, o outro era obrigado a escutar, pois antes de colocar seu ponto de vista, era obrigado a repetir a idéia do primeiro - com sua expressa aprovação - antes de colocar a sua resposta. Alguns têm o defeito quase físico de não escutar e a partir deste ponto seguem as discórdias.



Essencial, importante e acidental


Uma classificação das realidades pode incluir estas três divisões: essencial, importante e acidental. Talvez exista desacordo no que incluir em cada item. Pensar antes de discutir se aquilo é essencial ou importante ou acidental, em muito reduziria as discussões. Usar a inteligência para identificar exatamente onde se pretende chegar, também é uma forma de diminuir os problemas. Seja na via direta, não "criando" problemas, seja indiretamente, pela compreensão das realidades limitadas.

"Humildade não faz mal" - esta máxima popular, ajuda a retratar mais uma vez a dificuldade que temos de enxergar o mundo real. Por um lado, temos esta deficiência, e por outro temos a teimosia de justificar os atos errados. Se o diálogo amigo nos faz ver o erro, nada melhor que reconhecer. A humildade é a verdade... e a humildade não faz mal!



Ignorância e preconceito


As pessoas muitas vezes não atuam de modo errado por má fé, e sim por ignorância. Com certeza fariam de modo distinto, se soubessem como fazer. Esta tarefa não tem fim, e questionar-se sobre o empenho pessoal de diminuir o nível de ignorância, nos faria no mínimo reconhecedores da dívida social que carregamos. Aprendemos tanto, e por este motivo somos capazes de questionar as deficiências. Não são os professores e pais os únicos interessados. Ninguém dá o que não tem, e por isto sempre temos algo que dar a outrem, e assim diminuir a ignorância.

Outro ponto é o preconceito... O preconceito gera um prejuízo (e também um prejuízo). Uma idéia pré-concebida cria uma barreira para compreender a realidade. Uma pessoa que não queira ouvir, ver ou escutar, tem muitas vezes o preconceito de não aceitar que os outros possam pensar de modo diferente.



Considerações finais


A incapacidade pessoal provada, leva a ressaltar os possíveis limites alheios em vez de reconhecer os próprios.

No convívio social, a tolerância com os demais, clama por uma interação. Ou se ajuda, ou se atrapalha. A indiferença explica mas não resolve.

Mas a quem ajudar? E como ajudar? Castiga o bom e ele melhorará, castiga o ruim e ele piorará. Ou É melhor ensinar a pescar que dar o peixe. Como resolver situações pontuais, sem levar em conta o princípio da subsidiariedade? Se ajuda quem precisa, até que ela tenha condições de independência para aquele tipo de ajuda. Assim se respeita a autonomia, se exerce a autoridade, se compreende o verdadeiro valor da humildade.

As crianças mimadas representam um problema para a sociedade. As pessoas precisam de afetividade, mas mimar é dar mais do que elas realmente precisam. Com certeza, a tolerância e sua medida requerem um salutar e apaixonante exercício de análise e síntese. Esta é a postura de quem quer simplificar as coisas para ter o tempo livre, ou o ócio tão necessário em nossos dias.

Tolerância zero, é um tipo de lei social, que não permite o erro sem punição. Isto é levar em conta, que as pessoas são boas... Castiga o bom e ele irá melhorar... Mas o homem não é bom por natureza. Ele pode se fazer bom, se tem disposição de ser, pois o homem é um ser axiotrópico.

Não ter tolerância com qualquer tipo de erro, de certa forma ajuda a resgatar o que é próprio da personalidade humana: participação, unicidade, autonomia, protagonismo, liberdade, responsabilidade, consciência, silêncio, provisoriedade e religião. Höffner (1983). Cada uma das características do ser humano poderiam ser exploradas neste estudo, mas o protagonismo talvez seja o que mais atenção mereça. Somos sujeitos do nosso pensar, agir e omitir. Nossos atos assumem um caráter irrevogável do nosso eu. Podemos arrepender-nos, mas não nos desfazer nossos atos(10). E numa sociedade onde tudo é socialmente aceito, tudo acaba sendo tolerado. As pessoas perdem a noção do que é certo ou errado. A inteligência deixa de discernir, e a vontade fica fraca para agir. As pessoas prezam o que lhes é caro, e o dinheiro é caro a todos. Assim multar é uma forma de obrigar as pessoas a refletirem sobre si mesmas e a sociedade. Isto não é um direito, é uma tolerância(11).

Quem não vive como pensa, acaba pensando como vive. Aprender a observar a realidade do ser pessoal e do ser social é a melhor forma de compreender o limite que existe nas coisas e nas pessoas. Caso contrário, gastar-se-ia tempo moendo água, encontrando defeitos onde existem apenas características. Com certeza assim, seremos mais tolerantes com os outros e conosco próprios.

Para finalizar, vale a pena recordar os ensinamentos de Sócrates, recolhidos por Reale & Antiseri (1990) "A felicidade não pode vir das coisas exteriores, do corpo, mas somente da alma, porque esta e só esta é a sua essência. E a alma é feliz quando é ordenada, ou seja, virtuosa. Diz Sócrates: Para mim quem é virtuoso, seja homem ou mulher, é feliz, ao passo que o injusto e malvado é infeliz. Assim como a doença e a dor física são desordens do corpo, a saúde da alma é a ordem da alma - e esta ordem espiritual ou harmônica interior é a felicidade"(p. 92).



Referências Bibliográficas

Le Petit Robert Dictionnaire de la Langue Française. [en CD-ROM] Liris Interactive : Paris, 1996.

The Oxford English Dictionary 2ed. [on CD-ROM] Oxford : Oxford Univ. Press, 1992.

Höffner, J. Christliche Gessellschaftslehre. Verlag Butzon & Becker. 1983.

Maloux, M. Dictionnaire des proverbs sentences et maximes. Paris: Larousse, 1986. p.516.

Morató, J.C.; Riu, A.M. Diccionario de filosofía en CD-ROM. Barcelona: Editorial Herder. 1996.

Reale, G.; Antiseri, D. História da filosofia. vol. I. São Paulo : Paulus, 1990. p.92.

Rodríguez-Rosado, J.J. La aventura de existir. Pamplona : Eunsa, 1976.



1. "En principio, la idea de tolerancia como actitud social razonada filosóficamente, tiene un origen religioso: surge a partir de los primeros años de la reforma protestante, hacia los siglos XVI-XVII, cuando la autoridad política se enfrenta al hecho de que los súbditos no aceptan la religión oficial; a los tiempos de unidad religiosa, en que domina la concordia doctrinal entre el «imperio» y el «sacerdocio», suceden tiempos en que se impone el principio de cuius regio, eius religio, decidido como derecho de los príncipes -ius reformandi- en la paz de Augsburgo (1555) y en la de Westfalia (1648). Con la afirmación, al mismo tiempo, de la libertad de conciencia, por parte de los teóricos reformados, y el creciente influjo de ideas humanistas que favorecen la autonomía de los asuntos que se consideran humanos, se llega a la separación práctica de Iglesia y Estado y, pronto, a la justificación teórica de la misma. Aparecen múltiples argumentaciones a favor de la separación y de la libertad de conciencia: se insiste en que la fe se ha de practicar de forma voluntaria; que la verdad no ha de imponerse por la fuerza, sino por sí misma; que la persecución no está de acuerdo con la caridad cristiana, etc. No fue de poca importancia la insistencia de determinadas «sectas» religiosas, comunidades religiosas separadas de las confesiones dominantes, que difundieron de forma más organizada la idea de que la Iglesia ha de ser una asociación de pertenencia voluntaria. (...) La defensa filosófica de la tolerancia, a partir de la segunda mitad del s. XVII, toma sus argumentos, a favor de la libertad de conciencia, de la naturaleza racional del hombre y de principios de la ley natural, e insiste en que la libertad de creencias y costumbres forma parte del derecho natural y se distingue claramente entre ley civil y ley divina." (cf. Morató & Riu, 1996).

2. Tolerantia vero est idem quod patientia (cf. Sent. ds. 33 q. 3 a. 3 c).

3. Summa Theologica. Thomae Aquinatis (I-II, 66, 4).

4. Daí derivam as expressões tolérance civile, marge de tolérance etc. (cf. Le Petit Robert Dictionnaire de la Langue Française, 1996)

5. Cf. Le Petit Robert Dictionnaire de la Langue Française, 1996.

6. "Trees give way to grassland as the amount of available water drops below the limits of tolerance for forests" (cit. por The Oxford English Dictionary, "tolerance", 1992).

. J.Heywood, Proverbs in the English Tongue [1546], In: Maloux (1986), p.516.

. N’ayez d’intolerance que vis-à-vis de l’intolérance. Provérbio francês - Hippolyte Taine, [1828-1893], In: Maloux (1986), p.516.

. Pour vivre, laisser vivre. Provérbio espanhol - Balthasar Gracián, Oraculo manual, 192. [1647], in Maloux (1986), p.516.

. Cf. Lacaz-Ruiz (1998) Projeto provérbios para escolas de primeiro e segundo graus. Mandruvá : São Paulo, 1998. p.55-60.

. Ce n’est pas un droit, c’est une tolérance. (cf. Le Petit Robert Dictionnaire de la Langue Française, 1996).

sexta-feira, 1 de julho de 2011

A História de Lily Braum ....

Deus existe

"RECONHECE-SE O VERDADEIRO ESPÍRITA PELA SUA TRANSFORMAÇÃO MORAL, E PELOS ESFORÇOS QUE FAZ PARA DOMAR AS SUAS MÁS INCLINAÇÕES" - Allan Kardec



DEUS EXISTE!
"Deus existe, não podeis duvidar disso, é o essencial. Crede em mim, não deveis ir além, não vos percais num labirinto de onde não podereis sair, isso não vos tornaria melhores, mas talvez um pouco mais orgulhoso, porque acreditaríeis saber e na realidade não sabereis nada. Deixai de lado todos esses sistemas; tendes muitas coisas que vos tocam mais diretamente, a começar por vós mesmos. Estudai vossas próprias imperfeições a fim de vos desembaraçar delas, isso vos será mais útil do que querer penetrar no que é impenetrável."

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O verdadeiro significado da Paz


Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram. O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou.

A primeira era um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos que olhavam para essa pintura viam refletida uma paz muito grande.

A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo parecia descer uma turbulenta torrente de água. Tudo isso se revelava nada pacífico.
Quando se observava mais atentamente, atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Nesse arbusto encontrava-se um ninho. E ali, em meio ao ruído e à violência da cena, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho.

Essa foi a pintura escolhida pelo rei que explicou: “- Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos em nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz. A paz perfeita.”

(autor desconhecido)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Chico Xavier

Livra-nos do Mal Porque o Teu é o Reino, o Poder e a Glória para Sempre.


O Senhor livrar-nos-á do mal; entretanto, é preciso
que desejemos não errar.

Que dizer de um homem que pedisse socorro contra o incêndio, lançando gasolina
à fogueira?

O reino da vida, com todas as suas notas de grandeza, pertence a Deus.


Todo o poder e toda a glória do Universo, todos os recursos e todas as possibilidades
da existência são da Providência Divina, mas, em nosso círculo de ação, a vontade
é nossa.

Se não ligamos nossos desejos à Lei do Bem, que procede do Céu, representando
para nós a Vontade Paterna de Nosso Pai Celeste, não podemos aguardar harmonia
e contentamento para o nosso coração.

Nas sombras do egoísmo, estaremos sozinhos, aflitos, perturbados e desalentados,
porque egoísmo quer dizer felicidade somente para nós, contra a felicidade dos
outros.

Deus permitiu que a vontade seja um patrimônio propriamente nosso, a fim
de que possamos adquirir a liberdade e a grandeza, o amor e a sabedoria, por
nós mesmos, como filhos de sua infinita bondade.

Por isso, se somos escravos das nossas criações que, por vezes, gastamos
muito tempo a retificar, continuamos sempre livres para desejar e imaginar.


E sabemos que qualquer serviço ou realização começa em nossos sentimentos
e pensamentos.

Saibamos, desse modo, conservar a nossa vontade à luz da consciência reta,
porque, rogando a Deus nos liberte do mal, é preciso, por nossa vez, procurar
o caminho do bem.


* * *
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Pai Nosso.

Ditado pelo Espírito Meimei.

domingo, 15 de maio de 2011

Liberdade


O que é liberdade?

Tenho feito uma experiência bem interessante de liberdade.

Não estou saindo pelo mundo fazendo tudo o que eu quero, tudo o que me dá na vontade, sem pensar. Não!

Mas tenho feito as minhas próprias escolhas! Sem ter medo de assumir minha identidade, sem ter receio do que as pessoas vão pensar, dizer.

Estou escolhendo aquilo que me faz bem, me completa, me acrescenta algo de bom…

Pra mim isso é liberdade: Escolher o que vai me fazer bem, de alguma forma.

E não simplesmente escolher o que todos dizem que é bom, ou todos estão escolhendo. Escolher porque alguém está mandando, ou porque as vezes parece ser o mais fácil.

Liberdade não é ter uma posição passiva diante das situações e coisas. Ao contrário, é olhar para tudo o que está a minha volta e poder escolher o que me convém!

Em meio a tantas lutas, tantas bandeiras levantadas em nome de várias causas, eu escolho livremente pela liberdade madura, eficaz e que me leva para as coisas do alto.

sexta-feira, 6 de maio de 2011


01 - TÉCNICAS DE CONCENTRAÇÃO






01. 1 - CONHECENDO O ASSUNTO:



Diferença entre Meditação e Concentração:

A Concentração, requer somente o uso da mente; a Meditação exige a participação de todo o ser.

Concentração: Segundo a definição dada pelo livro yôga Aphorisms, de Patanjali , é ter toda a mente fixada sobre um objeto e...

Meditação: é uma corrente contínua de pensamentos a respeito desse objeto.

Na concentração faz-se a análise material e na meditação transpõe-se os limites das observações terrenas.




Os graus de concentração e meditação variam de indivíduo para indivíduo. Uns só conseguem fixar a mente durante poucos instantes; outros podem fazê-lo por horas a fio.
Infelizmente a arte de concentrar-se é pouco cultivada e raramente ensinada no ocidente, onde tudo é feito para proporcionar constantes distrações ao espírito. Sobrecarregada de idéis superficiais e inúteis, nossa mente perde a faculdade de concentração e discernimento . Como resultado, a maioria das pessoas não chega a formar o hábito de pensar por si própria, de tomar decisões e resolver seus problemas.

Dicas para Meditar:
Para conseguir meditar, deve-se em primeiro lugar, desenvolver a habilidade de concentração e conservar a mente canalizada numa só direção. O primeiro passo para meditar será praticar as posturas yôgas, a respiração profunda e o relaxamento. Aquele que não tiver controle sobre seu corpo, não poderá pretender usar corretamente o espírito, não saberá concentrar-se e muito menos meditar - diz Swani Paramananda no livro Concentration and Meditation.

Como praticar?
Para vivenciar os benefícios da meditação é necessário praticá-la regularmente como ocorre com qualquer atividade, não é possível obter bom êxito a não ser que dediquemos nossa energia a ela. Tente meditar todos os dias ou várias vezes durante a semana. Se deixar semanas ou meses se passarem sem meditar, perderá a prática e achará tudo extremamente difícil quando tentar novamente.


Local pra meditar:
Reserve um canto especial para as sessões de meditação. Prepare seu assento, seja almofada ou chão, cama, sofá ou até uma cadeira de espaldar reto; coloque uma mesa ou um banco baixo na sua frente para colocar livros que possa precisar para meditar. Torne o local mais agradável quanto possível.

Que seja limpo, tranquilo e que seja um lugar que se sinta contente de estar lá. Se preferir pode fazer um altar colocando figuras que inspirem, velas, incenso etc. O que importa é que você cerque de coisas que sejam propícias a uma boa meditação, de tal forma que você não veja a hora de retornar a esse local.

Tempo:
No início é melhor meditar por períodos curtos - de 10 a 30 min - e finalizar a sessão enquanto a mente e o corpo ainda estiverem tranquilos e dispostos.

Se você forçar meditar por um tempo demasiadamente longo, e se levantar do seu lugar com o corpo dolorido e a mente frustrada, não terá muito interesse em se sentar para meditar novamente.

Posturas para Concentração ou meditação:
Deitado ou sente-se com as pernas estendidas, dobre o joelho esquerdo colocando a sola do pé contra a coxa direita, em seguida, dobre o direito sobre o osso púbico conserve as mãos sobre os joelhos, com as palmas das mãos voltadas para cima se for feita no sol e para baixo se for depois que o sol tiver se posto. As costas retas, relaxadas e ligeiramente aprumadas, como se as vértebras fossem uma pilha de moedas. Os olhos, para os iniciantes devem ser fechados pois facilita a concentração. Mas com o tempo deve tentar deixá-los ligeiramente abertos para entrar um pouco de luz e evitar a preguiça. O maxilar, boca e lábios devem ser relaxados e dentes ligeiramente afastados. A ponta da língua deve tocar o céu da boca, atraz dos dentes superiores.

Isso reduz o fluxo de saliva e dessa forma a necessidade de engolir, pois esses são obstáculos a medida que a concentração aumenta.


fonte:http://www.cdof.com.br/yoga2.htm



01.2 - Dicas de Concentração



Retiradas da comunidade do Orkut: Meditação.



A dica que damos é começar a fazer um treinamento diário de concentração, por isso procure reservar pelo menos entre 5 a 15 minutos do seu dia para isso. Não aconselhamos a tentar meditar ainda porque antes de mais nada é preciso que tenha uma concentração razoável.

A concentração é a capacidade de abstrair-se num ponto, focar um alvo e mantê-lo pelo tempo que desejar. Por isso é uma tarefa muito difícil que exige muito controle mental. Ao tentar a concentração vai notar que não conseguirá por muito tempo, pois divagará noutros pensamentos, que invadirão sua mente, sem serem convidados. A mente discursiva, tagarela não para nunca de produzir formas-pensamento.


DICA 01:
1 - Mentalmente inicie uma contagem 1 até 10 da seguinte forma, Sempre casando dois números extremos:

1 e 10; 2 e 9; 3 e 8; 4 e 7; 5 e 6; 6 e 5; 7 e 4; 8 e 3; 9 e 2 e finalmente 10 e 1.


Depois aumente a seqüência 1 até 20 e procure fazer chegar de 1 até 100.


2 - Mentalmente faça o mesmo só que com letras A-Z, B-X, C-V. Com nomes conhecidos por exemplo: BRASIL = B-L; R-I; A-S. Nome cuja soma seja impar sobrará a letra do meio, tente descobri-la antes de começar.

3 - Concentre-se no tic-tac de um relógio e aos poucos aumente o som de alguma música até ficar bem alto e tente continuar escutando o som do relógio.

Existem outras técnicas também mas esse texto ficaria muito longo... Uma outro dica é tentar fazer algumas posições com o corpo que exijam equilíbrio, isso irá estimular a sua concentração.



DICA 2:

Que tal também tentar uma outra maneira bem tranquila e relaxada para iniciar? Apenas sente-se confortavelmente, e não faça nada. Isso mesmo. Nada. Não focalize o pensamento em lugar algum ou em coisa alguma. Apenas sente-se e permita-se ficar alí. Fiquei como observadora de você mesma, apenas observe-se. Por incrível que pareça pode ser bem difícil no início. Comece com uns 5 minutinhos.
É a ação na não-ação budista, aonde não se apega a um objetivo para enfim alcança-lo.

DICA 3:

Um dos melhores exercícios para mim é ficar sentado no escuro olhando para uma vela acesa durante mais ou menos um minuto. Depois você fecha os olhos e a imagem da vela vai estar na sua mente, tente se concentrar nesta imagem e não deixar ela sumir. Funciona comigo e é bastante relaxante, chega-se muito perto do que deva ser a meditação.


DICA 4:

MANTRA!!!
Repetir canções como os indianos que ficam repetindo o Mantra "Om Namah Shivaya", de preferência cantado e em uma "raga" (melodia) bem suave. O som de tambura também ajuda. Bons CDs de Mantra não são difíceis de encontrar, mas se você puder eu sugiro os de Siddha Yoga - visite um centro de meditação Siddha Yoga.

DICA 5:

Sente-se com a coluna ereta e preste atenção no entrar e sair do ar das narinas, ou no movimento do abdômen durante a respiração. Se facilitar conte cada inspiração e expiração até 10. Se você se distrair, volte para o um. E não desanime, a gente é distraído mesmo.



DICA 6:

Encostar a ponta da língua no céu da boca...
Sentar na posição de lótus.



DICA 7:

As dicas acima são para melhorar a concentração, após passado essa etapa, todas as dicas abaixo são para a prática direta da concentração. Tente encontrar uma na qual melhor se adapte e que você terá mais facilidade:

Símbolos ou objetos: nesse tipo de concentração, fica mais fácil começar imaginando algum símbolo ou objeto simples que nao contenham muitos detalhes, quanto mais detalhes maior terá que ser a sua concentração. Ex: o símbolo do ôm, a chama de uma vela, um sol, uma lua, círculo, triângulo, etc.




Mantras e sons: nesse tipo você pode se concentrar num mantra ou em um som fica mais fácil se esse som for continuo ou repetitivo sem melodias assim você satura a mente e ela entra em meditação

Som Interiores: Uma outra técnica é prestar atenção nos ruidos internos do seu corpo, isso é bem legal com o tempo você percebe que lá dentro existe uma verdadeira orquestra sinfonica.

Exemplo: Zumbido no ouvido, respiração, batidas do coração, sangue circulando, sons estomacais.

RESPIRAÇÃO: Uma das melhores técnicas para prender a atenção é ouvir o pulmão trabalhando (encher e esvaziar)

Todos os dias surgem novas técnicas de "meditação", prometendo relaxamento, paz interior etc.

É meditação da flor de Lótus, meditação do globo azul, meditação da luz dourada e etc.


Porém, o professor de Yoga explica que não é nada disso e as pessoas fazem uma tremenda confusão. "Isto que é chamado de 'tipos de meditação', são, na realidade, a preparação à meditação -o chamado dharana , que é o estado de "concentração" (Dharana é o sexto estágio do Raja Yoga).

É importante ressaltar que todas estas técnicas são importantes, pois sem a concentração é impossível chegar ao estado de meditação.

A concentração ou dharana é um exercício da mente para focá-la num único objeto, para que a pessoa possa abstrair-se e não pensar mais, só observar.

- TÉCNICA DE CONCENTRAÇÃO 01:
Retenção da imagem: Relaxe, acalme sua mente, e olhe para uma vela ou lâmpada. Coloque essa luz a sua frente, a alguns pés de distância, e observe-a fixamente durante um minuto ou dois. Feche os olhos e concentre-se na pós-imagem que isso gerará atrás de suas pálpebras fechadas. Tente e mantenha a visão dela durante o maior tempo possível. Use a percepção da respiração para manter a mente limpa, enquanto faz isso. Tente e faça a imagem crescer, ao invés de desaparecer.

- TÉCNICA DE CONCENTRAÇÃO 02:
Fitar um ponto: Escolha um ponto na parede e olhe para ele. Não focalize-o, apenas olhe para ele gentilmente. Limpe sua mente de todos os pensamentos e mantenha-a forçosamente vazia. Concentre-se muito, na percepção da respiração enquanto estiver fazendo isso. Quando sentir um pensamento surgindo, livre-se dele, não deixe-o terminar! Mantenha isso durante quanto tempo conseguir. Faça isso diversas vezes ao dia, ou mais se puder.



01.3 - APRENDA A VISUALIZAR


Técnica: Desenvolvendo a Visualização Criativa

Autor: Valter Cichini Jr.


Uma ferramenta muito utilizada e conhecida por todos aqueles que participam, participaram ou conhecem os grupos de meditação é a famosa Visualização Criativa. Hoje essa técnica é tão importante que existem grupos estudando sua eficiência até no auxílio do tratamento ao câncer.

Participando de grupos de meditação há alguns anos, fica muito evidente a dificuldade enfrentada por algumas pessoas que se dispõem a realizar essas técnicas; em geral elas têm grande dificuldade em visualizar as imagens solicitadas pela voz que está conduzindo o trabalho. O que muitos desconhecem é que existe uma técnica bastante simples para desenvolver e aprimorar essa capacidade que todos nós temos.

01.3.1 - O primeiro passo: É olhar e reter uma imagem. O processo consiste em olhar para um objeto tentando reter o máximo de detalhes pelo período de um minuto, em seguida fechar os olhos e visualizar o objeto com todos os seus detalhes também pelo período de um minuto. Esse processo deve se repetir em ciclos até que se consiga visualizar o objeto em todas as suas nuances.

01.3.2 - Segundo Passo: Passando a primeira etapa, é lembrar e reter uma imagem, ou seja, você vai se lembrar de um fato anterior, de cada um dos detalhes que o envolveram. Procure se concentrar nos pormenores do cenário em volta, nas pessoas que estavam ao redor, na expressão facial delas e em toda riqueza de detalhes que conseguir.

01.3.3 - Terceiro passo: Já passa a existir o elemento de criação, o exercício da criatividade que existe dentro de cada um de nós. Vamos usar essa criatividade e inventar uma imagem, colocar nela todos os detalhes possíveis, fixar o cenário, as cores, os objetos e ficar apreciando cada um desses detalhes dentro da imagem como um todo.


01.3.4 - No quarto Passo: Estaremos incluindo o elemento sensação, vamos imaginar o corpo em bom funcionamento e sentir o que isso nos traz. Imaginemos, por exemplo, uma grande sensação de bem estar e na seqüência vamos sentir o que isso nos proporciona, observemos como nosso corpo reage a essas imaginações, como fica nossa respiração, entre outras coisas. Aqui já estaremos começando a experimentar o que a visualização criativa pode fazer por nós, como nosso corpo responde a esses estímulos.

01.3.5 - No Quinto passo da técnica: Trabalharemos com objetivos e os transformaremos em símbolos; estaremos utilizando o que se conhece como tela mental. Vamos nos imaginar, por exemplo, com saúde ou prosperidade. Que imagem teria a saúde ou a prosperidade para cada um de nós? Note que nesse ponto a imagem é muito subjetiva, vai depender muito da vivência de cada um e de seus valores íntimos. Para um a prosperidade pode significar a realização de diversas viagens, para outro pode ser a aquisição de bens materiais e assim por diante. O importante é que a imagem represente o que se deseja para quem está utilizando a técnica.

Tendo passado pelos cincos passos com sucesso, a visualização criativa deixou de ser aquele terror, aquele bicho de sete cabeças que tanto incomodava, transformando-se em um aliado poderosíssimo da nossa caminhada. Podemos usar esse aliado no auxílio à cura de doenças, no trabalho da auto-estima, na busca de tranqüilidade, de aumento de concentração, na superação de vícios - entre muitas outras coisas - nos tornando assim pessoas melhores, mais realizadas e conseqüentemente mais felizes.

por Valter Cichini Jr.


01.4 - Técnicas de Concentração usando os 5 Sentidos:





Autor: O RAFAEL (RaFaeL ZaNoN)


01.4. 1 - Exercícios de Concentração:

01.4.1.1 - VISUAIS:

Coloque alguns objetos à sua frente, por exemplo, um garfo, uma faca, uma cigarreira, um lápis, uma caixa de fósforos, a fixe o pensamento em um deles, durante algum tempo. Memorize exatamente sua forma a sua cor. Depois feche os olhos a tente imaginar esse mesmo objeto tão plasticamente quanto ele é, na realidade. Caso ele lhe fuja do pensamento, tente chamá-lo de volta. No início você só conseguirá lembrar se dele por alguns segundos, mas com alguma perseverança e a repetição constante, de um exercício a outro o objeto tomar se á cada vez mais nítido, e a fuga e o retorno do pensamento tornar-se-ão cada vez mais raros.

Não devemos assustar nos com alguns fracassos iniciais, a se nos cansarmos, devemos passar ao objeto seguinte. No começo não se deve praticar o exercício por mais de dez minutos, mas depois deve se aumentar a sua duração gradativamente até chegar a meia-hora. Para controlar as perturbações devemos usar o cordão de contas ou de nós descrito no capítulo sobre a auto sugestão. A cada perturbação devemos passar para a conta ou nó seguinte, assim saberemos posteriormente quantas perturbações surgiram durante o exercício. Este será bem sucedido quando conseguirmos fixar um objeto no pensamento, sem interrupções, durante cinco minutos.




Depois de superarmos essa etapa podemos prosseguir, tentando imaginar os objetos com os olhos abertos. Os objetos devem tomar se visíveis diante de nossos olhos como se estivessem suspensos no ar, a tão plásticos a ponto de parecerem palpáveis.

Não devemos tomar conhecimento de nada que esteja em volta, além do objeto imaginado. Nesse caso também devemos controlar as perturbações com a ajuda do colar de contas. O exercício será bem sucedido quando conseguirmos fixar nosso pensamento num objeto suspenso no ar, sem nenhuma interferência, por no mínimo cinco minutos seguidos.



01.4.1.2 - AUDITIVOS:

Depois da capacidade de concentração visual, vem a capacidade auditiva. Nesse caso a força de auto sugestão tem no início uma grande importância.

Não se pode dizer diretamente: "Imagine o tic tac de um relógio" ou algo assim, pois sob o conceito "imaginação" entende se normalmente a representação de uma imagem, o que não pode ser dito para os exercícios de concentração auditiva. Colocando essa idéia de um modo mais claro, podemos dizer: "Imagine estar ouvindo o tic-tac de um relógio".

Para fins elucidativos usaremos essa expressão; portanto, tente imaginar estar ouvindo o tic tac de um relógio de parede. Inicialmente você só conseguirá fazê-lo durante alguns segundos, mas com alguma persistência esse tempo irá melhorando gradativamente e as perturbações diminuirão. O cordão de contas ou de nós também deverá ser usado para o controle.

Depois, você deverá tentar ouvir o tic tac de um relógio de bolso ou de pulso, a ainda, o badalar de sinos, nas mais diversas modulações. Faça outras experiências de concentração auditiva, como toques de gongo, pancadas de martelo a batidas em madeira; ruídos diversos, como arranhões, arrastamento dos pés, trovões, o barulho suave do vento soprando a até o vento mais forte de um furacão, o murmúrio da água de uma cachoeira, a ainda, a música de instrumentos como o violino e o piano.

Neste exercício o importante é concentrar se só auditivamente a não permitir a interferência da imaginação plástica. Caso isso aconteça, a imagem deve ser imediatamente afastada; no badalar dos sinos, por exemplo, não deve aparecer a imagem dos sinos, a assim por diante. O exercício estará completo quando se conseguir fixar a imaginação auditiva por no mínimo cinco minutos.


01.4.1.3 - SENSORIAIS:

É a concentração na sensação. A sensação pode ser de frio, calor, peso, leveza, fome, sede, e deve ser fixada na mente até conseguir mantê-la, sem nenhuma imaginação auditiva ou visual, durante pelo menos 5 minutos. Quando formos capazes de escolher a de manter qualquer sensação, então poderemos passar ao exercício seguinte.

01.4.1.4 - OLFATIVOS:

Em seguida vem a concentração no olfato. Imaginemos o perfume de algumas flores, como rosas, lilases, violetas ou outras, e fixemos essa idéia, sem deixar aparecer a representação visual dessas flores. A mesma coisa deve ser feita com os mais diversos odores desagradáveis. Esse tipo de concentração também deve ser praticado até se conseguir escolher qualquer um dos odores e imaginá-lo por pelo menos cinco minutos.

01.4.1.5 - GUSTATIVOS:

A última concentração nos sentidos é do paladar. Sem pensar numa comida ou bebida ou imaginá-la, devemos concentrar-nos em seu gosto. No início devemos escolher as sensações de paladar mais básicas, como o doce, o azedo, o amargo e o salgado. Quando tivermos conseguido firmá-las, poderemos passar ao paladar dos mais diversos temperos, conforme o gosto do aprendiz.

Ao aprender a fixar qualquer um deles, segundo a vontade do aluno, por no mínimo cinco minutos, então o objetivo do exercício terá sido alcançado.

Constataremos que esta ou aquela concentração será mais ou menos difícil para um ou outro aprendiz, o que é um sinal de que a função cerebral do sentido em questão é deficiente, ou pelo menos pouco desenvolvida, ou atrofiada. A maioria dos sistemas de aprendizado só leva em conta uma, duas, ou no máximo três funções.

Os exercícios de concentração realizados com os 5 sentidos fortalecem o espírito e a força de vontade; com eles nós aprendemos não só a controlar todos os sentidos e a desenvolvê-los, como também a dominá-los totalmente. Eles são de extrema importância para o desenvolvimento, a por isso não devem ser desdenhados.



01.5 - Meditação na Prática:

01.5.1 - Benefícios da meditação:
• descanso físico, mental e emocional;

• aumento da capacidade de concentração;

• alívio do estresse;

• desenvolvimento da capacidade de auto-controle;

• desenvolvimento da presença e serenidade no dia-a-dia;



01.5.2 - Meditação na Prática segundo Dr. Deepak Chopra:



Trata-se se uma técnica simples de desencadear um estado de relaxamento profundo de corpo e mente. À medida que a mente se aquieta ¾ e permanece desperta ¾ você vai se beneficiar de um estado de consciência mais profundo e tranqüilo.

Antes de começar, encontre um local silencioso em que não vá ser perturbado.
Sente-se e feche os olhos.

Concentre-se na respiração, mas inspire e expire normalmente. Não tente controlar ou alterar a respiração deliberadamente. Apenas observe.

Ao observar a respiração, vai ver que ela muda. Haverá variações na velocidade, no ritmo e na profundidade, e pode ser que ela pare por um momento. Não tente provocar nenhuma alteração. Novamente, apenas observe.

Pode ser que você se desconcentre de vez em quando, pensando em outras coisas ou prestando atenção aos ruídos externos. Se isso acontecer, desvie a atenção para a respiração.

Se durante a meditação você perceber que está se concentrando em algum sentimento ou expectativa, simplesmente volte a prestar atenção na respiração.

Pratique esta técnica durante quinze minutos. Ao final, mantenha os olhos fechados e permaneça relaxado por dois ou três minutos. Saia do estado de meditação gradualmente, abra os olhos e assuma sua rotina.

Sugiro a prática da meditação atenciosa duas vezes ao dia, de manhã e no final da tarde. Se estiver irritado ou agitado, pode praticá-la por alguns minutos no meio do dia para recuperar o eixo.

Na prática da meditação você vai por uma de três experiências. Mas deve resistir à tentação de avaliar a experiência ou sua capacidade de seguir as instruções, porque as três reações são "corretas".

Você pode se sentir entediado ou inquieto, e a mente vai se encher de pensamentos. Isso significa que emoções profundas estão sendo liberadas. Se relaxar e continuar a meditar, vai eliminar essas influências do corpo e da mente.

Você pode cair no sono. Se isso acontecer durante a meditação, é sinal de que você anda precisando de mais horas de descanso

Você pode entrar no intervalo dos pensamentos... além do som e da respiração.

Se descansar o suficiente, mantiver a boa saúde e devotar-se todos os dias à meditação, você vai conseguir um contato significativo com o self. Vai poder se comunicar com a mente cósmica, a voz que fala sem palavras e que está sempre presente nos intervalos entre um pensamento e outro. Essa é a sua inteligência superior ilimitada., seu gênio supremo e verdadeiro, que, por sua vez, reflete a sabedoria do universo. Tudo estará a seu alcance se confiar na sabedoria interior.


Fonte: Dr. Deepak Chopra - Saúde Perfeita